quarta-feira, 31 de dezembro de 2025



Hoje último dia do ano, vamos comemorar o Reveillon.









De onde surgiu a palavra Reveillon ?


A palavra reveillon vem do francês e significa despertar, ou retomar. Significa o fim de um ano e o começo de outro.
O primeiro mês do ano, Janeiro, é uma homenagem ao deus Janus, que tem uma face voltada para o passado e outra para o futuro.






deus Janus




A origem das comemorações do Ano Novo é bem anterior ao Cristianismo. Acredita-se que tenha começado em 2.000 a.C na Mesopotâmia.







Roupa branca, fogos de artifício à meia noite e mesa farta são algumas das tradições seguidas pelos brasileiros para dar boas-vindas a um novo ano. Mas será que em outros países também é assim? Descubra como outras culturas celebram a virada de ano!

Pular sete ondas, usar roupa branca, comer lentilha. Quem nunca seguiu algum desses rituais na hora de celebrar a chegada de um novo ano certamente não mora no Brasil. É que apesar de muito tradicionais para nós, cada país tem suas próprias crenças e rituais para se despedir de um ano e receber o que está por vir.


Em outras culturas e religiões, no entanto, o ano novo é comemorado em outras datas.


Na China, por exemplo, eles seguem o ano lunar, que tem como base o tempo que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra, em torno de 29 dias e 12 horas.







Eles seguem também o próprio calendário, baseado no zodíaco chinês.


O ano atual na China é o ano de 4724. O próximo ano que se inicia em 17 de fevereiro de 2026 é o ano do Cavalo.


No Judaísmo o ano atual é 5.786. O primeiro dia do mês é Tishrei (meados de setembro), no qual se comemora o Rosh Hasaná (Ano Novo judaico).


A data é determinada pelas fases da Lua. Na ceia são consumidas carnes ensopadas, frutas, doces e mel.



Hinduísmo : o ano está em 2082.

Vikrama Samvat.


Começa em primeiro de março no sul da Índia, primeiro de outubro no leste e centro da Índia, e 14 de abril na comunidade tâmil.


A festa dura 5 dias e é repleta de luzes e fogos de artifícios.





No Islamismo, o ano está em 1447, e se inicia em 622 d.C, ano em que o profeta Maomé deixa Meca em direção de Medina (Hégira).

A celebração leva 10 dias, onde a compaixão e o jejum são normas.











Feliz 2026!




Fontes:
brasilescola.uol.com.br
mundoestranho.abril.com.br
google.com.br
youtube.com
calendarr.com
super.abril.com.br

100 anos da Corrida de São Silvestre.


São Silvestre foi 0 33 º papa, nasceu em 280 em Roma e morreu em 31 de dezembro de 335.


A ideia da corrida foi do jornalista Casper Libero, fundador do jornal a Gazeta Esportiva, que durante uma viagem à Paris ficou encantado com uma corrida noturna, que carregavam tochas durante o percurso.




Trouxe a ideia para o Brasil.Em sua primeira edição, de 60 inscritos, 48 compareceram para disputar a prova e apenas 37 foram oficialmente classificados, já que as regras exigiam que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor. O primeiro vencedor foi o atleta fundista l Alfredo Gomes, que completou os 6,2 km do percurso em 33:21. Inicialmente aceitando apenas a participação de brasileiros natos, nos anos seguintes a inscrição foi permitida a estrangeiros morando no Brasil, o que permitiu ao italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, ser convidado a disputá-la e vencer duas das primeiras edições da prova, em 1927 e 1929. Sem grande experiência na organização deste tipo de evento, as primeiras edições impediam os corredores de beberem qualquer tipo de líquido durante a prova, e os atletas muitas vezes nela competiam com os próprios sapatos que usavam para treino no dia a dia e roupas que acumulavam suor.





A história do primeiro campeão é um exemplo de resiliência. Neto de escravos e autodidata, Alfredo Gomes trabalhava como eletricista e conciliava sua rotina profissional com treinos na pista do Clube Esperia. Sua dedicação culminou na vitória histórica na estreia da São Silvestre.

Naquela noite de 31 de dezembro de 1925, a largada ocorreu às 23h55. Alfredo superou outros 61 corredores, completando o percurso original de 8.800 metros em 23m19s. O triunfo não apenas o consagrou como um dos grandes nomes do atletismo nacional, mas também estabeleceu um padrão de superação que se tornaria a marca registrada da competição.

A prova se popularizou e atraiu atletas estrangeiros. Um dos principais foi o belga Gaston Roelants, que venceu a prova por 4 vezes de 1964 a 1968.

Corrida Internacional de São Silvestre de 1964 contou com a participação de cinco atletas indígenas do Mato Grosso, provenientes da Ilha do Bananal. A presença dos indígenas gerou grande expectativa e interesse na época, sendo um dos fatos históricos marcantes daquela edição e da história da prova.








Eles participaram da 40ª edição da corrida, que foi vencida pelo belga Gaston Roelants. Além de 1964, a São Silvestre só registraria novamente a presença de indígenas na disputa em 1982.

Em 1953, o grande corredor checo Emil Zatopek, a locomotiva checa, vencedor dos 5.000 e 10.000 metros na Olimpíada de Helsinque, Filândia, feito que dura até hoje, venceu a São Silvestre.

Os maiores campeões da São Silvestre foram:

Paul Tegart, queniano com 5 vitórias





Gaston Roelants (Belga) e Ronaldo Vera (equatoriano) 4 vezes.

Dentre as mulheres, a portuguesa Rosa Mato venceu por 6 vezes.






Marilson Gomes dos Santos, foi o brasileiro que mais venceu a prova em 2003, 2005 e 2010.



A São Silvestre de 2025 tem record de inscritos 55 mil.




Fontes:

wikipedia.org
google.com
abcdoabc.com.br
cnnbrasil.com.br
gazetaesportiva.com
ge.globo.com

terça-feira, 30 de dezembro de 2025



Hoje vamos falar da peça de Gil Vicente " A farsa de Inês Pereira"






Logo no início do livro o autor diz que a peça foi apresentada pela primeira vez ao rei D.João III de Portugal, no convento de Tomar no ano de 1523.

O argumento da peça veio de um tema que lhe deram "Mais vale um asno que me carregue, que um cavalo que me derrube"

Os personagens da peça são:

Inês Pereira, sua mãe, Lianor Vaz, Pêro Marques, dois judeus (Latão e Vidal) um escudeiro, seu criado (moço), um ermitão, Luzia e Fernando.



"Finge-se que Inês Pereira, filha de hüa molher de baixa sorte, muito fantesiosa, está lavrando em casa, e sua mãe é a ouvir missa, e ela canta esta cantiga:
Canta Inês: Quien con veros pena y muere Que hará quando no os viere?


(Falando) Inês: Renego deste lavrar E do primeiro que o usou;
Ó diabo que o eu dou, Que tão mau é d'aturar. Oh Jesu! que enfadamento, E que raiva, e que tormento, Que cegueira, e que canseira! Eu hei-de buscar maneira D'algum outro aviamento. Coitada, assi hei-de estar Encerrada nesta casa Como panela sem asa, Que sempre está num lugar? E assi hão-de ser logrados."

O trecho acima, do início da peça, mostra Inês Pereira, uma moça, sonhadora e ambiciosa em buscar um bom casamento com um bom mancebo, que lhe conceda uma vida de conforto e que seja uma pessoa atraente, educada, culta e amorosa.



Inês está a fazer os trabalhos da casa, e a se lastimar pela vida que leva, encerrada em sua casa, ocupada com os afazeres domésticos.

Um dia sua mãe pede à alcoviteira, Lianor Vaz, que arranje um pretendente para a sua filha. Ela, então, traz uma carta de um homem de posses, porém rude e de baixa cultura, Pêro Marques.
Inês, o recebe mais para caçoar de seus modos simples e de seu jeito rústico.


"Inês:
Si. Venha e veja-me a mi. Quero ver quando me vir Se perderá o presumir Logo em chegando aqui, Pera me fartar de rir. "

"Mãe:
Pêro Marques foi-se já?
Inês: E pera que era ele aqui?
Mãe: não t'agrada ele a ti?
Inês:Vá-se muitieramá! Que sempre disse e direi:
Mãe, eu me não casarei Senão com homem discreto, E assi vo-lo prometo Ou antes o leixarei. "






Em seguida dois judeus de nome Latão e Vidal, trazem a proposta do galante escudeiro Brás da Mata.

As maneiras galanteadoras e finas do pretendente encantam Inês Pereira.

"Mãe:
Se este escudeiro há-de vir E é homem de discrição, Hás-te de pôr em feição,
De falar pouco e não rir
E mais, Inês, não muito olhar
E muito chão o menear
Por que te julguem por muda,
Porque a moça sesuda
É uma perla pera amar. "


"Inês:
Eu, aqui diante Deus, Inês Pereira,
recebo a vós, Brás da Mata, sem demanda,
Como a Santa Igreja manda. "







(Enxerto da obra do Gil Vicente - Leya Educação Portugal)




O casamento com Brás da Mata, no entanto, não é o que Inês esperava.
Ele passa a trata-la mal, e a prende em casa, não deixando nem que vá até à janela.



Ele se mostra um homem ambicioso, e mau caráter, que só visa os bens de Inês.

Inês:
Que pecado foi o meu ?
Porque me dais tal prisão?
Escudeiro:
Vós buscastes discrição
Que culpa vos tenho eu? Pode ser maior aviso,
Maior discrição e siso Que guardar o meu tisouro?
Não sois vós, mulher meu ouro?
Que mal faço em guardar isso?

Um dia, o Escudeiro diz a Inês que vai para a guerra, mas deixará, o Moço (criado) a tomar conta dela, com ordens expressas de não deixá-la sair à rua.

Parte, então o Escudeiro, e deixa Inês amargurada com a sua sina.


Um dia chega a noticia da morte do Escudeiro, o que faz Inês comemorar.
Dispensa o Moço, e passa viver na liberdade.


Lê Inês Pereira a carta, a qual diz:
«Muito honrada irmã, Esforçai o coração
E tomai por devação De querer o que Deus quiser.»
E isto que quer dizer?
«E não vos maravilheis
De cousa que o mundo faça, Que sempre nos embaraça
Com cousas. Sabei que indo
Vosso marido fugindo Da batalha pera a vila,
A meia légua de Arzila,
O matou um mouro pastor.»
Moço:
Meu amo e meu senhor
Inês:
Da-me vós cá essa chave E i buscar vossa vida
Moço:
Oh que triste despedida!
Inês:
Mas que nova tão suave!
Desatado é o nó.
Se eu por ele ponho dó,


Nesse trecho da farsa, Gil Vicente satiriza toda a valentia e galhardia de Braz da Mata, quando diz que ele fugiu da batalha e foi morto por um pastor.

Inês, porém não fica muto tempo sozinha, pois Pêro Marques ainda não a esqueceu.

Lianor:
Como estais, Inês Pereira?
Inês:
Muito triste, Lianor Vaz.
Lianor:
Que fareis ao que Deus faz?
Inês:
Casei por minha canseira.
Lianor:
Se ficaste prenhe basta.
Inês:
Bem quisera eu dele casta, mas não quis minha ventura
Lianor:
Filha, não tomeis tristura,
Que a morte a todos gasta.
O que havedes de fazer?
Casade-vos, filha minha.
Inês:
Jesu! Jesu!
Tão asinha! Isso me haveis de dizer?
Quem perdeu um tal marido, Tão discreto e tão sabido,
E tão amigo de minha vida?
Lianor:
Dai isso por esquecido,
E buscai outra guarida.
Pêro Marques tem, que herdou, Fazenda de mil cruzados.
Mas vós quereis avisados...

Mais uma vez o autor satiriza os costumes. Inês, antes alegre, na presença da alcoviteira, põe-se a chorar, e lamentar a perda do marido "tão discreto e tão sabido, e tão amigo..."

Inês casa-se com Pêro Marques.

Um dia chega até a sua casa um Ermitão pedindo esmolas.

Señores, por caridad
Dad limosna al dolorido
Ermitaño de Cupido Para siempre en soledad.
Pues su siervo soy nacido.
Por ejemplo, Me meti en su santo templo
Ermitaño en pobre ermita,
Fabricada de infinita
Tristeza en que contemplo,


Inês descobre que o Ermitão foi um pretendente do passado, e tem com ele a sós.

"(Inês fala a sós com o Ermitão):
Inês:
Tomai a esmola, padre, lá, Pois que Deus vos trouxe aqui. Ermitão:
Sea por amor de mi Vuesa buena caridad.
Deo gratias, mi señora!
La limosna mata el pecado,
Pero vos teneis cuidado De matar-me cada hora.
Deveis saber Para merced me hacer
Que por vos soy ermitaño.
Y aun más os desengaño:
Que esperanças de os ver
Me hizieron vestir tal paño. "

Inês e Ermitão, marcam um encontro. Inês pede ao marido que a leve até a igreja onde se encontra o Ermitão, a pretexto e rezar.
Ao passarem por um riacho Pero Marques a carrega nas costas.


Vão, então Inês e o marido cantando ao encontro do padre ermitão.

Põe-se Inês Pereira às costas do marido, e diz:
Inês:
Marido, assi me levade.
Pêro:
Ides à vossa vontade?
Inês:
Como estar no Paraíso!
Pêro:
Muito folgo eu com isso.
Inês:
Esperade ora, esperade! Olhai que lousas aquelas, Pera poer as talhas nelas!
Pêro:
Quereis que as leve?
Inês:
Si. Uma aqui e outra aqui. Oh como folgo com elas! Cantemos, marido, quereis?
Pêro:
Eu não saberei entoar..
Inês:
Pois eu hei só de cantar E vós me respondereis Cada vez que eu acabar:
«Pois assi se fazem as cousas».
Canta Inês Pereira:
Inês:
«Marido cuco me levades E mais duas lousas.»
Pêro:
«Pois assi se fazem as cousas.»
Inês:
«Bem sabedes vós, marido, Quanto vos amo. Sempre fostes percebido Pera gamo. Carregado ides, noss'amo, Com duas lousas.»
Pêro
«Pois assi se fazem as cousas» "

O mote da peça:"Mais quero um asno que me leve, que um cavalo que me derrube" é demonstrado nesse trecho da farsa, onde Perô Marques, carrega Inês nos ombros, como um asno, ao encontro do padre ermitão, mais fogoso e belo como um alazão.


Assim termina a farsa, onde Gil Vicente faz uma dura crítica à sociedade da época.


A mulher interesseira e infiel, o marido traído, sem fazer conta da traição, o interesseiro galanteador, que na verdade não passa de um covarde sem caráter, o padre pecador, a alcoviteira, os dois judeus trapaceiros.

A farsa, era um gênero teatral, que ao contrário do auto (religioso e com temas mais sérios)era uma sátira, uma comédia, normalmente menor que o auto e com um ato só.



Gil Vicente





Gil Vicente foi o maior dramaturgo português do século XVI.

Fontes:
wikipedia.org
dominiopublico.gov.br
infoescola.com/livros
youtube.com

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

  



Hoje vamos falar de verbos defectivos e abundantes.


VERBOS DEFECTIVOS:


Vejamos abaixo a definição:


Pode-se dizer que os VERBOS DEFECTIVOS tem comportamento contrário ao dos verbos abundantes, pois enquanto estes apresentam mais de uma forma verbal para representar um mesmo modo, tempo e pessoa, aqueles apresentam uma ausência de algumas formas verbais, ou seja, não possuem determinadas formas conjugadas.



Vejamos os exemplos:



Verbo PARTIR (regular, 3ª conjugação, conjugado no presente do indicativo)
EU - parto
TU - partes
ELE - parte
NÓS - partimos
VÓS - partis
ELES - partem



Verbo ABOLIR (irregular, 3ª conjugação, defectivo, conjugado no presente do indicativo)
EU - ???
TU - aboles
ELE - abole
NÓS - abolimos
VÓS - abolis
ELES - abolem



Verbo COMER (regular, 2ª conjugação, conjugado no presente do indicativo)
EU - como
TU - comes
ELE - come
NÓS - comemos
VÓS - comeis
ELES - comem



Verbo REAVER (irregular, 3ª conjugação, defectivo, conjugado no presente do indicativo)
EU - ???
TU - ???
ELE - ???
NÓS - reavemos
VÓS - reaveis
ELES - ???










Os VERBOS ABUNDANTES são um dos tipos de verbos irregulares existentes na língua portuguesa. Como o próprio nome já diz, os verbos irregulares são aqueles que se diferenciam dos demais verbos pois não seguem regularmente as conjugações a que pertencem. Ou se diferenciam nas terminações, como é o caso dos verbos anômalos, ou não apresentam alguma forma verbal como é o caso dos verbos defectivos, ou podem ser, ainda, VERBOS ABUNDANTES, ou seja, apresentam mais de uma palavra correspondente à mesma forma verbal.



DEFINIÇÃO:


VERBOS ABUNDANTES são aqueles verbos irregulares que apresentam mais de uma forma de conjugação, ou seja, apresentam duas ou mais formas equivalentes para o mesmo tempo e pessoa.

A incidência de verbos abundantes se dá especialmente na forma do particípio do verbo, pois temos dois tipos de particípio, um com a forma regular, ou seja, com as terminações ADO, IDO, ADA e IDA, e um com a forma irregular, ou seja, com terminações diferentes destas previstas.










Vejamos alguns exemplos de verbos que possuem duas formas no particípio, ou seja, VERBOS ABUNDANTES:



ENCHER - enchido, cheio
FIXAR - fixado, fixo
CORRIGIR - corrigido, correto
ACENDER - acendido, aceso
ACEITAR - aceitado, aceito
ELEGER - elegido, eleito
ENTREGAR - entregado, entregue
EXTINGUIR - extinguido, extinto
FRITAR - fritado, frito
EXPELIR - expelido, expulso
LIMPAR - limpado, limpo
MATAR - matado, morto




Muitas pessoas cometem o erro de dizer: "Ele tinha chego", ao invés de "Ele tinha chegado" que é o correto.


A função do particípio é expressar alguma coisa já concluída, logo "Ele tinha chegado" indica uma ação já concluída. Portanto usar o termo "chego" é completamente errado.



O verbo ABOLIR é defectivo (= não tem a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo e nenhuma do presente do subjuntivo)


O verbo DEMOLIR é defectivo (=ABOLIR): não tem a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo e nada no presente do subjuntivo.


O verbo COLORIR é defectivo. Não tem a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo e nada no presente do subjuntivo.


O verbo COMPUTAR é defectivo. No presente do indicativo, só apresenta plural: nós COMPUTAMOS.





Fontes:
infoescola.com
g1.globo.com
google.com
portuges.com
brasilescola.uol.com.br

domingo, 28 de dezembro de 2025

Morreu aos 91 anos a atriz francesa Brigitte Bardot.





Nascida numa família rica em 28 de setembro de 1934, em Paris, ela se tornou, ainda jovem, uma das figuras mais reconhecidas do cinema.

Era conhecida como B.B. Ela tinha um pai exigente que a impedia de ser autêntica. Com pais restritivos, teve poucos amigos na infância.

Incentivada pela mãe, iniciou a carreira de modelo aos 15 anos.

Bardot cresceu em uma família católica tradicional e abastada, mas se destacou como bailarina a ponto de ser autorizada a estudar balé, conquistando uma vaga no prestigiado Conservatoire de Paris, destacou o jornal britânico The Guardian.


Seu papel em E Deus Criou a Mulher (1956), dirigido por seu então marido Roger Vadim, a consagrou como um símbolo de sensualidade e liberdade que ajudou a moldar a cultura pop da década de 1960.

E Deus criou a  mulher - 1956






Nos anos 1960, consolidou seu prestígio artístico com atuações em dois clássicos: "A Verdade" (1960), de Henri-Georges Clouzot, e "O Desprezo" (1963), de Jean-Luc Godard.


Também participou de produções como “Viva Maria!” (1965), de Louis Malle, ao lado de Jeanne Moreau, “O Repouso do Guerreiro” (1964), novamente com Vadim, e “As Petroleiras” (1971), em que contracenou com Claudia Cardinale.


Em 1967, Bardot iniciou uma carreira paralela como cantora, com relativo sucesso. Em parceria com Serge Gainsbourg, gravou músicas que se tornaram populares na França, como “Harley Davidson” e “Bonnie and Clyde”.





Bardot se afastou das telas ainda em 1973, aos 39 anos, para dedicar sua vida à causa animal. Fundou a Fundação Brigitte Bardot, que passou a ser referência internacional na luta contra a crueldade e exploração de animais, mobilizando recursos e campanhas em diversos países.


Bardot e filho Nicolás



Brigitte Bardot, que nunca mostrou vontade de ser mãe, teve apenas um filho, Nicolás, nascido em 1960, fruto do seu segundo casamento com Jacques Charrier. Uma criança que ela não queria, cujo parto a traumatizou e da qual ela não teve a custódia.








Em 1964, Brigitte Bardot passou uma temporada no Brasil em busca de anonimato. Após desembarcar no Rio de Janeiro e negociar com a imprensa alguns dias de tranquilidade, seguiu para Armação dos Búzios, então um vilarejo de pescadores sem infraestrutura.





Encantada com o isolamento, permaneceu no local por cerca de três meses e retornou no fim do mesmo ano.





Décadas depois, a atriz descreveu a experiência como um período de vida simples, longe dos holofotes. Sua passagem por Búzios teve impacto duradouro: o local ganhou projeção internacional e se transformou em destino turístico.


Em sua homenagem, a cidade criou a Orla Bardot e instalou uma estátua da atriz, que se tornou ponto turístico. Apesar disso, Bardot lamentava as transformações do balnde se expressareário ao longo dos anos.




Durante sua vida sofreu vários processos, por sua forma de se expressar. Aliou-se a grupos de extrema direita na França ligados a Jean-Marie Le Pen, um político de extrema direita francês.

Criticou duramente, o que chamava de islamização da França, criticando a imigração de muçulmanos .


A edição de dezembro de 2023 do periódico conservador Valeurs Actuelles publicou uma entrevista exclusiva e "sem filtros" de Brigitte Bardot, na qual ela, aos 89 anos de idade, falou sobre suas visões atuais da sociedade em assuntos como religião, política e ambientalismo. Na entrevista, ela disse que o Papa Francisco é "um idiota”, que está fazendo “muito mal à igreja” e que ele "parece um representante do diabo”. Ela também se refere ao presidente Emmanuel Macron e o acusa de ser “pior que o Papa”, dada a sua “inação, a sua covardia e o seu desprezo pelos franceses”.





Estava internada desde Outubro, e sua morte foi anunciada nesse domingo, sem , no entanto, ser divulgada a causa da morte.


Fontes:

wikipedia.org
google.com
uol.com.br
g1.globo.com
oglobo.globo.com
facebook.com
youtube.com
flash.pt/celebridades

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

João Calvino





Nascido em Noyon, na região da Picardia, França, João Calvino (em francês, Jean Cauvin) nasceu em 10 de julho de 1509. Era filho dos religiosos Gérard Cauvin e de Jeanne Lefranc. Quando tinha apenas seis anos sua mãe faleceu.

Uma vez que sua família era devota do cristianismo, Calvino recebeu uma educação religiosa o que lhe garantiu uma bolsa de Estudos. Estudou Humanidades, Literatura, Teologia e Latim em Paris. Por conseguinte decide estudar Direito no interior da França, adquirindo uma gama de conceitos, que mais tarde, foi primordial para desenvolver suas ideias, que ficaram conhecidas como “Calvinismo”.



Em 1529, em obediência às ordens do pai, Calvino foi para Orleans estudar Direito. Depois de formado voltou à Paris, abandonou a Igreja Romana e converteu-se ao protestantismo, iniciando uma fase de intensa colaboração com o reitor da Universidade de Paris, Nicolas Cop, quando este afirmou seu apoio às reformas de Martinho Lutero.

Perseguido em Paris, onde o protestantismo foi declarado ilegal, Calvino abandonou a França e instalou-se na Basileia, Suíça, onde em 1536, publicou sua obra fundamental, “Instituição da Religião Cristã”, que reunia suas doutrinas protestantes.

A Reforma de Calvino




Em 1538, quando lecionava e pastoreava uma Igreja de refugiados franceses em Estrasburgo, casou-se com a viúva paroquiana Idelette de Bure, com quem teve um filho que faleceu ainda novo. Permaneceu dez anos casado e, em 1548, faleceu sua esposa. Depois disso, nunca mais voltou a se casar. Faleceu em Genebra dia 27 de maio de 1564, com 54 anos.



No contexto da Reforma Protestante do século 16, o calvinismo é uma das três principais vertentes, ao lado do luteranismo e da criação da Igreja Anglicana. Desta forma, Calvino também foi um dos responsáveis por quebrar a hegemonia ocidental da Igreja Católica. "Foi o fim do monopólio católico na administração dos bens de salvação, permitido novas formas de cristianismo".

Em sua base, a teologia calvinista é fortemente apoiada nas escrituras sagradas, ou seja, nos textos bíblicos. Neste aspecto procurava se diferenciar da Igreja Católica de então, já alicerçada pelas bases filosóficas da tradição escolástica. "O protestantismo, em geral, é a volta à Bíblia como elemento essencial", sintetiza o teólogo.

No pensamento social de Calvino a causa do caos econômico, da ganância e injustiça social é o pecado que entrou no mundo através da Queda no Édem. Mas a obra de Cristo, através da sua Igreja, é responsável pela reorganização moral e social da humanidade caída. Calvino denuncia o perigo espiritual das riquezas, a moderação e o dever à assistência social (dar esmolas). O que deve perdurar em qualquer transação econômica, deve ser, sempre: a honestidade, o amor, a moderação, a ética cristã e a caridade. É a mordomia cristã levada a sério. Para ele o homem exerce sua plena humanidade quando trabalha. O dinheiro, a riqueza e os bens econômicos são colocados à disposição do ser humano para a organização de sua vida e da sociedade, o qual é solidariamente responsável. Calvino combatia a teologia medieval da opção pela pobreza no ascetismo monástico. Para ele a vida material está intrinsecamente ligada à vida espiritual.



"Os calvinistas seguem os princípios gerais da Reforma Protestante: justificação por graça mediante a fé, sacerdócio geral dos crentes e a Bíblia como princípio de fé e prática", acrescenta a teóloga. Sonia Mota, pastora da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil e diretora executiva da Coordenadoria Ecumênica de Serviço. "Calvino enfatizou de maneira especial: o princípio da soberania de Deus, ou seja, tudo redunda para a glória de Deus; fidelidade aos preceitos da Bíblia; valorização da ética e do trabalho social e a predestinação."






Por aqui, a maior igreja que segue os princípios calvinistas hoje é a Igreja Presbiteriana do Brasil. Mas há outras denominações e dissidências que, no cerne, seguem o modo de pensar desse teólogo francês.


"Calvino e também o calvinismo [ou seja, as interpretações posteriores da teologia dele] entendem que o trabalho deve ser visto como uma bênção, pois deve ser realizado para glorificar a Deus", explica o historiador, filósofo e teólogo Gerson Leite de Moraes, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.


"Ele não pensa que isso pode ser uma ideologia que falseia a realidade. Ele realmente acreditava nisso."

Moraes destaca a chamada teologia da aliança como um princípio do calvinismo. "Aliança porque entende-se que Deus vai fazendo pactos ao longo da história, e renovando essas alianças. Com a vinda do Messias [Jesus Cristo], todos aqueles que aceitarem-no como senhor e salvador passam a fazer parte do povo de Deus", diz Moraes.


Outro ponto que se destaca é a ideia da eleição, da predestinação.


"A partir do século 17, o calvinismo passa a ser visto como uma religiosidade que enaltece a predestinação: só os eleitos são salvos. Mas essa é uma marca do calvinismo [ou seja, dos seguidores e não do próprio Calvino", explica o teólogo.


Fontes:

todamateria.com.br
ebiografia.com
bbc.com
google.com
wikipedia.org


quinta-feira, 25 de dezembro de 2025


Charles Dickens


As histórias de Natal de Scrooge, centradas em Ebenezer Scrooge, o velho avarento que odeia o Natal, são clássicos de Charles Dickens, começando com "Um Conto de Natal", onde ele é visitado por três fantasmas (Passado, Presente e Futuro) na véspera de Natal, revelando sua ganância e egoísmo, e o guiando a uma transformação para se tornar generoso, aprendendo o verdadeiro espírito de empatia e solidariedade, uma narrativa adaptada inúmeras vezes em filmes, desenhos e musicais.




Charles Dickens nasceu no período de regência georgiana, mas foi do período vitoriano (1837-1901) que se tornou a mais alta e popular figura cultural.

Em uma Inglaterra militarmente forte, politicamente avançada e comercialmente potente, os reflexos da Revolução Industrial penetravam no dia a dia das pessoas. 

Fábricas e manufaturas eram incrementadas, assim como as exportações britânicas; a distância entre o interior e a capital diminuía, graças às ferrovias que passaram a interligar o país; leis de livre-comércio incentivavam o capitalismo nascente; a taxa de analfabetismo era cada vez mais baixa, e as pessoas consumiam os inúmeros jornais que eram, afinal de contas, o principal e único meio de comunicação de massa em um mundo que ainda não conhecia nem a televisão e nem o rádio, e no qual a fotografia recém dava os primeiros passos.


Ebenezer Scrooge é um homem avarento que abomina a época natalícia. Trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, o seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas.


Bob Cratchit e Tim


Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita do seu ex-sócio Jacob Marley, morto há sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que o seu espírito não pode descansar em paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e que três espíritos o visitarão.




O fantasma de Marley 

Para começar a história, Marley estava morto. Não havia a menor dúvida quanto a isso. O atestado foi assinado pelo escrivão, pelo sacerdote, pelo agente funerário e pelo encarregado do enterro. Scrooge também assinou, e sua assinatura era sempre bem-vinda, tanto na Bolsa quanto em qualquer outro lugar. Sim, o velho Marley estava tão morto quanto uma pedra. Veja bem: não quero dizer com isso que eu saiba, por experiência própria, como é estar morto como uma pedra. Na verdade, se tivesse de fazer uma comparação, acho que não há nada mais morto do que a lápide de um túmulo. Quem inventou esta antiga expressão foram os nossos sábios antepassados, e não serei eu quem vai querer mudá-la, senão, daqui a pouco, tudo estará de pernas para o ar. Deixe-me, portanto, repetir com toda ênfase: Marley estava tão morto quanto uma pedra. Scrooge sabia que ele estava morto? Claro que sabia. Como não iria saber? Scrooge e ele foram sócios por não sei quantos anos. Scrooge era seu único testamenteiro, além de ser também seu único administrador, procurador, herdeiro, amigo e o único que chorou a sua morte. Apesar disso, não ficou tão abalado a ponto de esquecer que era um homem de negócios e, assim, fechou um belo negócio ainda no dia do funeral, tornando essa data inesquecível. 


O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emana da sua cabeça e um apagador de velas debaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra a sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.



O Primeiro dos três espíritos

– Pronto! – exclamou, em triunfo. – A hora chegou, e nada aconteceu! Falou cedo demais, pois a badalada que marcava a hora ainda não havia soado. Justo neste instante, soou uma profunda, sombria, surda e melancólica batida. Em seguida, uma luz forte iluminou o quarto, e as cortinas da cama foram puxadas. As cortinas de sua cama foram puxadas, posso lhes garantir, por uma mão. Não as que estavam aos seus pés, nem às suas costas, mas aquelas para as quais seu rosto estava virado. Scrooge, erguendo-se abruptamente, viu-se cara a cara com o visitante do outro mundo; tão perto dele quanto estou, em espírito, sobre o ombro de vocês, neste momento. Era uma figura estranha, parecia uma criança; não, não era tão parecido com uma criança, parecia mais um velho visto através de alguma lente sobrenatural; como se ele tivesse sido afastado da lente até ficar do tamanho de uma criança. Os cabelos brancos, que desciam até os ombros, denunciavam a sua idade, embora não tivesse uma ruga sequer na pele macia e delicada. Os braços eram longos e musculosos, assim como as mãos, que pareciam ter uma força extraordinária. As pernas e pés, muito delicados, estavam nus como os braços. Usava uma túnica branquíssima e um reluzente cinto, que brilhava muito. Segurava na mão um ramo verde e fresco de azevinho, e sua roupa, em estranha contradição com aquele símbolo do inverno, estava enfeitada com flores de verão. O mais estranho de tudo era que, do alto da sua cabeça, surgia um raio claro e brilhante de luz, que o tornava visível.



O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalícia dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família do seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com a sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob o seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai-se embora.

O segundo dos três espíritos



Scrooge acordou no meio de um ronco impressionantemente alto, sentou na cama para tentar colocar em ordem os seus pensamentos, e mal teve tempo de perceber que o relógio acabara de bater uma hora. Sentiu que havia voltado à consciência no momento exato de se encontrar com o segundo mensageiro que Jacob Marley lhe enviaria. Como sentia um frio desagradável toda vez que imaginava qual das cortinas de sua cama o novo espírito iria abrir, achou melhor ele mesmo abrir todas elas. Depois, encostou-se novamente na cabeceira da cama, dando uma olhada ao redor, pois queria flagrar o fantasma no mesmo instante que aparecesse, para não demonstrar surpresa ou nervosismo. Cavalheiros experientes, que se orgulham de saber sempre como agir, costumam mostrar sua enorme capacidade para a aventura ao se declararem preparados para enfrentar qualquer coisa, desde um inocente cara ou coroa até um assassinato. Entre esses dois extremos, sem dúvida, há um monte de possibilidades diferentes. Sem querer dizer que o senhor Scrooge tem a coragem desses cavalheiros, peço-lhes, porém, que prestem atenção ao fato de que ele estava pronto para enfrentar estranhas aparições, e que qualquer coisa, um bebê ou um rinoceronte, seria incapaz de deixá-lo muito surpreso.





O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta o seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge a sua morte solitária, sem amigos.

Capítulo IV

 O último dos espíritos 

O Fantasma se aproximou devagar, sério e silencioso. Quando chegou mais perto, Scrooge caiu de joelhos, pois o próprio ar em que se movia parecia misterioso e ameaçador. Ele estava enrolado em uma roupa longa e preta que tapava a sua cabeça, seu rosto e seu corpo, deixando à mostra somente uma mão estendida. Se não fosse isso, teria sido difícil vê-lo naquela escuridão. Quando ele se aproximou, Scrooge viu que era alto e imponente e ficou apavorado. Nada mais pôde descobrir, porque o Espírito não falou nem se moveu. – Estou diante do Espírito dos Natais Futuros? – perguntou Scrooge. Ele não respondeu, apenas apontou para a frente  com a mão. – Você vai me mostrar as sombras de coisas que ainda não aconteceram, mas que vão acontecer no futuro? É isso, Espírito? – prosseguiu Scrooge. A parte de cima da roupa do Espírito se mexeu, como se ele tivesse inclinado a cabeça, e esta foi sua única resposta. Mesmo já estando acostumado com a companhia dos fantasmas, Scrooge ficou com tanto medo da figura silenciosa que sentiu as pernas tremerem, e quando se preparou para segui-lo, descobriu que mal conseguia ficar em pé. O Espírito esperou um momento, como se observasse Scrooge, dando-lhe um tempo para se recuperar.





Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisam, e a ajudar o seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele.







Adaptações e referências


O mais conhecido personagem inspirado nesta obra é o Tio Patinhas, da Disney, que em inglês se chama Scrooge McDuck. Patinhas encarna o personagem que lhe deu nome na versão animada Mickey´s Christmas Carol. O Pica-Pau também tem um tio chamado Scrooge.





Outra referência feita é no filme O Expresso Polar, com Tom Hanks. Nele o protagonista que não acredita em Natal passa por um vagão no trem atulhado de bonecos. Uma marionete de nariz aquilino apresenta-se como Ebenezer Scrooge e o chama de cético.

O expresso Polar




Fontes:

wikipedia.org
google.com
Um conto de Natal - Dickens, Charles
oglobo.globo.com
alamy.com
portalurania.com.br
cnnvbrasil.com.br

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