domingo, 5 de março de 2023

 Sujeito e predicado.





Sujeito e predicado são chamados de termos essenciais da oração, sem os quais a maioria das orações não poderiam existir.




O sujeito é a parte da oração que indica de quem ou do que se fala. É o termo referente sobre o qual se faz uma afirmação.




O predicado refere o que acontece ao sujeito, concordando com este.

Como identificar o sujeito?
A identificação do sujeito pode ser feita através das perguntas quem? o quê? quê? feitas antes do verbo.

Como identificar o predicado?
O predicado é composto, obrigatoriamente, por um verbo ou locução verbal, iniciando-se nesse verbo ou locução verbal.
Exemplos de identificação do sujeito e do predicado

O diretor entrou na sala de reuniões.
Sujeito: O diretor
Predicado: entrou na sala de reuniões.

Mariana e Carolina perderam o avião.
Sujeito: Mariana e Carolina
Predicado: perderam o avião.

Ela não me disse a verdade.
Sujeito: Ela
Predicado: não me disse a verdade.
Tipos de sujeito

O sujeito pode ser classificado, principalmente, em determinado e indeterminado. Os sujeitos determinados podem ser simples, compostos ou implícitos. Pode ainda ocorrer orações sem sujeito.

Sujeito determinado simples:

A criança caiu.
Os professores estão fazendo greve.

Sujeito determinado composto:

Verde e preto são as minhas cores preferidas.
O pai e o filho estão jogando futebol.

Sujeito determinado implícito:

Fiz os deveres de casa contrariada. (eu)
Os avaliadores já chegaram. Pediram para esperar um pouco. (eles)

Sujeito indeterminado:

Reclamam de corrupção, mas votam nos mesmos políticos.
Gasta-se dinheiro desnecessário nesta cidade.

Sujeito inexistente:

Ainda nem sequer amanheceu!
Já faz dez anos.


Tipos de predicado:

O predicado pode ser classificado em predicado nominal, predicado verbal e predicado verbo-nominal.

Predicado nominal:

Aquele aluno é muito estudioso.
Minha filha anda tão triste.

Predicado verbal:
Meu pai correu uma maratona.
Eu amo você!

Predicado verbo-nominal:

A mulher chorava desesperada.
O policial fez o seu trabalho assustado.

Posição do sujeito na oração:

Quando uma oração se encontra na sua ordem direta, o sujeito aparece antes do predicado, sendo mais fácil a sua identificação. O sujeito pode aparecer, contudo, fora dessa ordem direta, aparecendo depois ou intercalado no predicado.

Antes do predicado: Os candidatos esperavam pacientemente.

Depois do predicado: Esperavam pacientemente os candidatos.

Entre o predicado: Pacientemente, os candidatos esperavam.





Fontes:
brasilescola.com.br
normaculta.com.br

sábado, 4 de março de 2023

 Morreu o cartunista Paulo Caruso.




Paulo José Hespanha Caruso, nasceu em São Paulo, em 6 de dezembro de 1949. Cursou arquitetura na USP, mas nunca exerceu a profissão.




Nos anos 1970, Paulo foi para O Pasquim, aparecendo ao lado de Jaguar e Ivan Lessa. Nos anos 1980, voltou à grande imprensa: Veja, Isto É, Senhor e, em 1988, novamente Isto É, onde passou a ser o responsável pela última página da revista.


Seus trabalhos também aparecem em publicações especializadas como Circo, Chiclete com Banana e Geraldão.

Paulo Caruso é conhecido pelos seus cartuns políticos, além de dedicar-se à composição musical e à produção de espetáculos de música e teatro. Em 1985, durante o Salão Internacional de Humor de Piracicaba, Paulo formou com Chico e outros cartunistas a "Muda Brasil Tancredo Jazz Band". Luis Fernando Veríssimo, Cláudio Paiva e Mariano juntaram-se mais tarde ao conjunto. Mais recentemente lançou o cedê "Pra Seu Governo", uma seleção musical de suas composições apresentada pelo "Conjunto Nacional", sua nova banda, aonde toca piano ao lado de Aroeira e Luis Fernando Veríssimo nos saxofones e Chico Caruso no vocal.

Era conhecido pelos cartuns que fazia no programa Roda Viva da TV Cultura.




Paulo Caruso começou a vida profissional no “Diário Popular” no final da década de 1960 e também colaborou com os jornais “Folha de S. Paulo” e “Movimento”. Caruso participou do programa Roda Viva, da TV Cultura, desde 1987. Sua última participação foi no dia 2 de janeiro, com a entrevista do ministro Rui Costa.



Paulo estava internado no Hospital Nove de Julho em São Paulo há um mês tratando um câncer de intestino. 

Paulo Caruso morreu aos 73 anos. Ele era irmão gêmeo  do também cartunista Chico Caruso.

Chico e Paulo Caruso





Fontes:

folha.uol.com.br
g1.globo.com
google.com
wikipedia.org

Vamos falar hoje do clássico do escritor russo Vladimir Nabokov, Lolita.





Lolita, o romance, talvez tenha sido a obra literária mais escandalosa do século 20. Provocou debates em tribunais, gerou incontáveis especulações biográficas sobre o escritor (que foi casado a vida inteira com a mesma mulher) e produziu farto material jornalístico no mundo todo. Cercou Nabokov de uma aura de escritor degenerado e popularizou as palavras ninfeta(ninfa )  e Lolita (apelido e Dolores, personagem principal do romance).





Motivo? O livro conta a história da paixão de Humbert Humbert — um discreto professor europeu de meia-idade — por uma sapeca pré-adolescente americana. Fascinado pela beleza imaculada das menininhas púberes, Humbert se afunda no lodaçal dos desejos proibidos. Seduz e se deixa seduzir por Dolores, encarnação infantil da mulher fatal. Para piorar as coisas, a menina é sua enteada. Juntos, empreendem uma viagem automobilística pela América das longas estradas e pelas camas de intermináveis motéis baratos.




Prevendo o escândalo, nenhum editor americano quis publicar a obra. Depois de longa e infrutífera peregrinação pelas maiores editoras dos Estados Unidos, Lolita acabou saindo na França pela Olympia Press, provavelmente uma das editoras de "sacanagem" mais refinada da história. A História de O, de Pauline Réage, e O Almoço Nu, de William Burroughs, estes sim sexualmente explícitos, foram alguns dos romances publicados pela editora.

Essa primeira edição francesa de Lolita vendeu apenas 5 mil exemplares. O barulho ainda era pequeno. Pouca gente soube valorizar o livro. Até que o escritor britânico Graham Greene — autor de "O Americano Tranquilo" — desmanchou-se em elogios ao romance numa entrevista.


Sue Lyon (Lolita no filme de Kubrick)



Em 20 de dezembro de 1956, a polícia francesa recolheu todos os exemplares de Lolita e o livro permaneceu maldito na França por dois anos. Fazia companhia a outras obras que um dia também foram tiradas de circulação supostamente por ofenderem a moral e a família, como Madame Bovary e As Flores do Mal.

Quando saiu nos Estados Unidos, em 1958, Lolita fez história. Vendeu, apenas nas três primeiras semanas de lançamento, a soma de 100 mil exemplares (na época, somente E o Vento Levou — o livro — havia alcançado marca semelhante). Foi um sucesso e um escândalo.




Em plena Guerra Fria, o grande público considerava Nabokov apenas mais um russo pervertido querendo sacanear com os americanos com duvidosos costumes europeus. Os críticos babaram. Viam naquele insólito casal uma espécie de alegoria das relações entre Europa e América, a primeira apegada a valores antigos e decadentes, a segunda lépida, faceira e aberta às novas experiências oferecidas pelo mundo.

Afirma-se que a inspiração do romance foi um fato verídico de uma jovem, Sally Horner, de 11 anos que desapareceu em junho de 1948, sequestrada por um pedófilo chamado Frank la Salle. A menina passaria quase dois anos desaparecida, até conseguir escapar e voltar para casa.

Lolita  foi levado ao cinema em 1962,  dirigido por Stanley Kubrick, baseado no romance de 1955 de mesmo título por Vladimir Nabokov, quem também escreveu o roteiro.  O filme estrela James Mason como Humbert Humbert, Sue Lyon como Dolores Haze (Lolita), e Shelley Winters como Charlotte Haze, com Peter Sellers como Clare Quilty.




Em 1997 o romance foi mais uma levado ao cinema com direção de Adrian Lyne. Estrelado por Jeremy Irons, Dominique Swain, Melanie Griffith e Frank Langella.



O termo "lolita" e "ninfeta" foram alcunhados a partir desse romance significando jovens mulheres.



Fontes:
aventurasnahistoria.uol.com.br
dicionariodenomesproprios.com.br
brasil.elpais.com
google.com
wikipedia.org

sexta-feira, 3 de março de 2023

 Guerra dos Emboabas.

Em 1695 as chamadas Entradas, operações financiadas pela coroa portuguesa, levavam os bandeirantes para ao interior do Brasil para descobrirem riquezas minerais como ouro e pedras preciosas.




Em 1695,os bandeirantes descobriram um caminho que levava à Sabará em Minas Gerais, onde descobriram minas de ouro.




Nessa época o Brasil já tinha o cultivo da cana de açúcar em declínio, uma vez que os holandeses levaram o conhecimento e o cultivo da cana para as Antilhas, para onde se mudaram depois de expulsos do Brasil.

Assim a descoberta do ouro foi muito comemorada pelos bandeirantes.





Como sabemos bandeirantes como Fernão Dias, Borba Gato, Raposo Tavares desbravaram o interior do Brasil em busca de riquezas.

Numa dessas expedições encontraram as minas de ouro na região de Sabará.

Em princípio cerca de 6000 pessoas foram garimpar as riquezas, mas com a noticia da abundância de ouro na região, milhares de pessoas foram para o local, principalmente vindos da Bahia.

Esses eram chamados de "emboabas", do tupi mbóaba, pata peluda, pois esses "estrangeiros" calçavam longas botas, ao contrário dos bandeirantes que andavam descalços e maltrapilhos s, ao contrário que mostram os desenhos que conhecemos.


Os bandeirantes queriam ter a supremacia sobre as minas de ouro, uma vez que eles que descobriram, mas os emboabas eram em muito maior número e acabaram por expulsar os paulistas.



O grande número de pessoas levou a uma crise de abastecimento, a qual também foi percebida como uma oportunidade de lucro pelos comerciantes, que desejavam o monopólio do comércio de gêneros para o abastecimento dos arraiais, com destaque para o fornecimento de animais para o abate e o consumo. Portanto, o monopólio na exploração das minas de ouro, bem como na comercialização de gêneros de primeira ordem, foram as principais causas do conflito.


O grande número de pessoas, famintas e ambiciosas pelo ouro gerou conflitos entre as partes.





Datam de 1706 as primeiras dissensões no arraial da Ponta do Morro, depois do Rio das Mortes, pela "morte injusta e tirânica que fez um paulista de um humilde forasteiro que vivia de uma pobre agência". Outro cronista diz por haver alguns índios carijós embriagados matado um português. Diogo de Vasconcelos, por sua vez, descreve: "Viajando por ali uns carijós para São Paulo, entraram a beber na venda de um novato reinol; rivalidade era tema assentado de todas as conversas; os carijós começam a falar de reinóis, defendidos pelo novato, pouco experiente, entre a bebida, houve altercação, e no ardor da discussão, foi morto o português pelos carijós. Fugiram estes pelo brejo do vale, saindo assim na lagoa Jucunem, e houve dois dias de batida para os descobrir – voltaram os do arraial, os moradores tinham-se reunido e determinado enviar ao Rio uma comissão de procuradores pedir a dom Fernando martins Mascarenhas Lencastre compadecer-se da situação e lhes mandar autoridade para reprimir malfeitores e bandidos."

Em 1707, no Arraial Novo do Rio das Mortes, dois chefes importantes dos paulistas foram linchados pelos emboabas. Com medo de uma vingança, fugiram para a mata, ficando apenas um pequeno grupo na resistência. Os paulistas, apesar de terem motivos para agir, limitaram-se a enterrar seus chefes, e não enfrentaram os emboabas. Isso encorajou os emboabas que haviam fugido para a mata a voltar e a não mais se aterrorizarem com os paulistas.




Em novembro de 1708, os emboabas lançam um grande ataque contra os paulistas estabelecido em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto, Capitania de Minas Gerais, expulsando os bandeirantes e tomando o controle de duas das três principais áreas de mineração da colônia. Na sequência, nomearam seu líder, Nunes Viana, governador da região mineradora, o que provocou a reação da Coroa portuguesa.

Em 1709, com a intervenção da Coroa e do governador do Rio de Janeiro, Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho, Nunes Viana foi destituído e expulso da região das minas, se refugiando em sua fazenda no rio São Francisco, encerrando o conflito definitivamente.

O conflito durou de 1707 a 1708, nele morreram cerca de 300 pessoas.


Fontes:

wikipedia.org
brasilescola.uol.com.br
stoodi.com.br
todamateria.com.br
escolakids.uol.com.br
google.com

 Vamos falar da obra de Scott Fitzgerald, O grande Gatsby.





Considerado um dos livros mais importantes do século XX, O grande Gatsby é um consagrado sucesso de público e crítica. Em quase cem anos de sua publicação, teve adaptações para cinema, teatro e ópera e arrebatou milhares de fãs, entre eles, J. D. Salinger, autor de  "O apanhador no campo de centeio".

Nos tempos de Jay Gatsby, o jazz é a música do momento, a riqueza parece estar em toda parte, o gim é a bebida nacional (apesar da lei seca) e o sexo se torna uma obsessão americana. O protagonista deste romance é um generoso e misterioso anfitrião que abre a sua luxuosa mansão às festas mais extravagantes. O livro é narrado pelo aristocrata falido Nick Carraway, que vai para Nova York trabalhar como corretor de títulos. Passa a conviver com a prima, Daisy, por quem Gatsby é apaixonado, o marido dela, Tom Buchanan, e a golfista Jordan Baker, todos integrantes da aristocracia tradicional.

Na raiz do drama, como nos outros livros de Fitzgerald, está o dinheiro. Mas o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano, traduzido exclusivamente em riqueza. Aclamado pelos críticos desde a publicação, em 1925, O grande Gatsby é a obra-prima de Scott Fitzgerald, ícone da "geração perdida" e dos expatriados que foram para a Europa nos anos 1920.

" Em meus anos juvenis e vulneráveis, meu pai me deu um conselho que jamais esqueci:
 - Sempre que você tiver vontade de criticar alguém, disse-me ele, lembre-se de que criatura alguma neste mundo teve as vantagens que você desfrutou." (p.9)

O Grande Gatsby” se passa na década de 20, pós primeira guerra mundial, uma época muito próspera para os Estados Unidos. A história é contada por Nick Carraway, um jovem de classe média, que deixou o interior para morar em Nova York e trabalhar como corretor da bolsa de valores. Ele aluga uma humilde casa em Long Island em um bairro repleto de mansões e se torna vizinho de Jay Gatsby.

"Nas noites de verão, chegava música até mim, vinda da casa de meu vizinho. Em seus jardins azuis, homens e moças iam e vinham em meio dos sussurros, do champanha e das estrelas."
(p.53)



Scott Fitzgerald


Nick Carraway nos apresenta a todos os personagens da história, servindo como narrador, observando os fatos que acontecem ao seu redor e tendo um conhecimento privilegiado dos segredos de vários personagens.

Gatsby é um milionário que ama fazer festas grandiosas e extravagantes em sua mansão, que vivia aberta a todos os que quisessem participar. A princípio ele é um personagem misterioso, envolto de diversos mitos sobre como tinha adquirido sua riqueza. Nick ouve as mais absurdas teorias sobre a vida de Gatsby quando frequentava as festas, mas na realidade muitos dos convidados nem sabiam quem era o anfitrião e muito menos Gatsby os conhecia.

Aos poucos vamos descobrindo a verdadeira história de Gatsby. Suas festas constantes e luxuosas escondiam o fato de Gatsby ser extremamente solitário e sonhador. Vivia com a cabeça em seu amor do passado, Daisy. Enriquecera com esperança de estar a sua altura (já que ela era de uma família muito rica) e conquistá-la, construíra sua casa em um local em que era possível ver a casa em que a amada vivia com o marido Tom Buchanan e sonhava com o dia em que ela aparecesse em uma de suas festas.

" Foi justamente quando a curiosidade acerca de Gatsby atingiu o máximo que as luzes de sua casa deixaram de acender-se, uma noite de sábado -  e, tão obscuramente como principiara, sua carreira como Trimalchio estava terminada." (p.139)


Scott e Zelda Fitzgerald



Daisy é prima de Nick, e ele ajuda Gatsby e Daisy a se reencontrarem e reviverem a relação que tinham na juventude, mas que fora interrompida pois Gatsby foi chamado para lutar na 1ª Guerra Mundial. Esse reencontro gera uma série se consequências que resulta em um final trágico. Mas que não irei contar, é claro.

Vamos agora a uma breve análise dos personagens, seguindo meu ponto de vista, fiquem livres para discordar. Para mim, Gatsby é o ponto forte do livro, no começo não sabia direito o que pensar dele, pois não se tinha muita informação. Mas quando o conhecemos de verdade, vemos que ele é o personagem mais profundo e apaixonado do livro, além de ser extremamente educado com todos.

Sobre Nick, não tenho muito o que falar, ele é um mero contador da história, nos conta sobre tudo que ocorre, mas revela-se o único amigo verdadeiro que Gatsby teve.

Daisy é uma pessoa extremamente vazia. É fútil, mimada, age como criança em diversas situações e é facilmente manipulável. No começo senti pena dela, pois vivia em um casamento infeliz, o marido a tratava mal e tinha um caso com outra mulher. Mas no final só senti desprezo e duvida se ela tenha amado qualquer pessoa na vida.

E por último, o personagem mais desagradável, Tom, marido de Daisy. Não gostei dele desde o princípio, sempre se mostrou arrogante, preconceituoso, soberbo, mal educado. Mantinha uma relação com Myrtle Wilson e chegou a agredi-la fisicamente (o que me fez odiá-lo ainda mais).

Enfim, devo confessar que me decepcionei um pouco com o livro, achei o ritmo lento, fiquei lendo na esperança que algo emocionante acontecesse e não aconteceu. É um livro que requer muita atenção, fiquei perdida diversas vezes, sem entender o que estava acontecendo e tive que reler algumas partes.

A obra traz uma crítica muito forte aos costumes da época, à bebedeira, às festas, ao dinheiro, ao adultério e as relações humanas superficiais, baseadas em interesses e status. Problemas que continuam presentes na atualidade, quase 100 anos depois da publicação do livro.


Fontes:
Fitzgerald, Scott - o grande Gatsby - 1953 - Círculo do livro
becoliterario.com
books.google.com.br
google.com

quinta-feira, 2 de março de 2023

 Vamos falar do romance Casa Velha de Machado de Assis.






CAPÍTULO PRIMEIRO ANTES
 E DEPOIS DA MISSA 

"Aqui está o que contava, há muitos anos, um velho cônego da Capela Imperial: — Não desejo ao meu maior inimigo o que me aconteceu no mês de abril de 1839. Tinha-me dado na cabeça escrever uma obra política, a história do reinado de D. Pedro I. Até então esperdiçara algum talento em décimas e sonetos, muitos artigos de periódicos, e alguns sermões, que cedia a outros, depois que reconheci que não tinha os dons indispensáveis ao púlpito. No mês de agosto de 1838 li as Memórias que outro padre, Luís Gonçalves dos Santos, o padre Perereca chamado, escreveu do tempo do rei, e foi esse livro que me meteu em brios. Achei-o seguramente medíocre, e quis mostrar que um membro da igreja brasileira podia fazer coisa melhor."


Essa obra foi publicada na revista Estação entre janeiro de 1885 e fevereiro de 1886, e só foi publicada na forma de um livro em 1944 pela crítica e biografa de Machado de Assis, Lucia Miguel-Pereira.

O livro remete à fase romântica da obra machadiana, e conta a historia de um padre que pretende escrever uma obra sobre a formação do Primeiro Reinado no Brasil e, para isso, investiga a casa de um ex-ministro buscando documentos que seriam úteis para a sua pesquisa. No romance, não é revelado o tempo em que a história se passa.

Foi nessas circunstâncias que deu início à sua freqüência na chamada Casa Velha, após o padre Mascarenhas, pregador da capelinha da casa, insistir muito. Ali vivera um ministro que trabalhara para o Imperador. Agora na casa viviam apenas seu filho, Félix, sua viúva, D. Antônia e os empregados.


"A casa, cujo lugar e direção não é preciso dizer, tinha entre o povo o nome de Casa Velha, e era-o realmente: datava dos fins do outro século. Era uma edificação sólida e vasta, gosto severo, nua de adornos. Eu, desde criança, conhecia-lhe a parte exterior, a grande varanda da frente, os dois portões enormes, um especial às pessoas da família e às visitas, e outro destinado ao serviço, às cargas que iam e vinham, às seges, ao gado que saía a pastar. Além dessas duas entradas, havia, do lado oposto, onde ficava a capela, um caminho que dava acesso às pessoas da vizinhança, que ali iam ouvir missa aos domingos, ou rezar a ladainha aos sábados."



Ele, com a permissão da viúva, logo deu início ao estudo dos papéis e livros que estavam na biblioteca do ex-ministro. Em pouco tempo já se tornara amigo da família. Félix mostrava nutrir uma grande amizade pelo padre e vice-versa. Ele geralmente só voltava à sua casa ao anoitecer e passava ali o dia tomando notas na biblioteca, tendo conversas com Félix e almoçando com a família.

Sendo amigo da família, D. Antônia veio pedir-lhe que convencesse Félix de ir a Europa, e que o padre acompanhasse o rapaz. Enquanto isso, o rapaz confiava ao padre a vontade de ser deputado. O padre dava apoio à idéia dele e quando o inquiriu sobre a Europa ouviu de Félix que não podia ir.

Nesses dias chegou à Casa Velha uma mocinha com cerca de dezessete anos, chamavam-na de Lalau, tinha lindos olhos e aparentava ter uma linda alma também. Ela era agregada na casa, ficou órfã muito cedo e fora criada pela tia. Estando o padre na biblioteca, certa vez recebeu a visita de Lalau, ocasião em que ficaram um bom tempo conversando e ela lhe falou como trocaria tudo para ter a companhia de sua mãe de volta.

Ele já estava encantado pela menina, chegou a ver nela certo interesse por Félix, mas notou que parecia que ela o estimava mais. Depois observando o rapaz acreditou que ele, na verdade, fazia uma linha de sedutor. Entretanto, essa idéia se mostrou errada. Estando em sua casa, recebeu a visita de Félix e conversando com ele falou que Lalau devia se casar, ele citou que a mãe já pensara em um noivo para a menina, Silvirino – filho do segeiro. O padre então disse que ele não era um bom noivo para ela, visto que ela tinha recebido da melhor educação por parte de D. Antônia, e que o noivo ideal para ela era o próprio Félix.

Depois dessa conversa ele soube que os dois se amavam e ficou encarregado de interceder a favor do casamento dos dois com D. Antônia que era uma mulher orgulhosa e queria fazer do casamento do filho uma aliança entre famílias. Ele conversou muito com ela, mas o casamento não fazia a sua vontade e chegou até a confessar que Lalau era o motivo pelo qual queria que o filho fosse a Europa.

Alguns dias depois chegaram à Casa Velha alguns hóspedes para assistir as missas e participar da festa da Glória. Nesse episódio, ele pôde ver o interesse que D. Antônia tinha em ligar o filho a Sinhazinha, filha de um coronel que lhe ajudara com os relatos sobre o Imperador.

No dia seguinte à partida de todos, inclusive Lalau, que tinha voltado para a casa da tia, o padre chegou à casa de D. Antônia e notou sua preocupação. Questionada, ela deixou claro que acreditava que o casamento de seu filho e Lalau era impossível porque ela era filha do ministro, que teve seus romances fora do casamento. Ficou na responsabilidade dele contar que aos dois que eram irmãos.

Primeiro falou a Félix. Este ficou demasiadamente triste e passou a noite fora de casa, caminhando e refletindo. No outro dia confidenciou ao padre que agora o amor que tinha por Lalau se convertera em amor de irmão. Já Lalau, quando voltou à Casa Velha e encontrou os ares diferentes e a frieza de Félix, se entristeceu profundamente. Acreditava ter sido motivo de escárnio para Félix e afirmava não merecer nada diferente já que era pobre. Até que finalmente lhe contou o que se passava e a moça, tomada de tristeza, voltou para a casa da tia.

Lalau agora desejava apenas viver do trabalho que pudesse fazer para se sustentar e nunca iria se casar. Na Casa Velha, D. Antônia trabalhava para casar o filho com Sinhazinha e assim curá-lo totalmente da antiga paixão e também poder retomar a presença de Lalau em sua casa. A este ponto o padre já havia terminado seus estudos na biblioteca do ex-ministro.

Era seu último dia ali quando encontrou um bilhete que o fez procurar a tia de Lalau, Mafalda. Ele finalmente contou a ela o motivo do rompimento de Lalau com os moradores da Casa Velha. Sabendo da verdade, ela pode esclarecer os fatos. Era verdade que o ministro teve um caso com sua cunhada, mas nesse tempo Lalau já era nascida. O anjinho a que o ministro fazia menção no bilhete encontrado era o bebê, fruto de sua infidelidade, que morrera aos quatro meses de idade.

Alegremente, o padre foi procurar D. Antônia e contou-lhe toda a verdade. E ela também lhe contou toda a verdade. Ela criara a história sobre Félix e Lalau serem irmãos como último pretexto para impedir o casamento, e agora sabia que supusera corretamente, mas estava arrependida e aceitava o casamento do filho.

Félix se alegrou intensamente com a notícia, mas Lalau não. Esta não aceitou o casamento e disse que seria uma vergonha casar-se com o filho do homem que envergonhara sua família. Assim ela fez sua recusa e não cedeu às insistências do padre, da tia e até mesmo de Félix. Ao final ela se casou com Silvirino e Félix com Sinhazinha. Foram honestos, felizes não se sabe.



Fontes:

infoescola.com
vestibullar.brasilescola.uol.com.br
repositorio.ufmg.br
Assis, Machado - A casa velha.

quarta-feira, 1 de março de 2023



Τραγουδήστε με, θεά, από τον Πελέα Αχιλλέα
Η επίμονη οργή, η οποία, αγωνιζόμενη για τους Έλληνες,
Οι Πράσινοι στο Orco ξεκίνησαν χίλιες δυνατές ψυχές,
Σώματα ηρώων σε σκύλους και βοσκοτόπους:
Ο νόμος ήταν από τον Jove,
σε διαμάχη όταν διαφωνούσαν
Οι αρχηγοί και ο θεϊκός Μερμίδων.
Υπάρχει τρόπος για τα malquistas;
Τι ανώτατο



Canta-me, ó deusa, do Peleio Aquiles
A ira tenaz, que, lutuosa aos Gregos,
Verdes no Orco lançou mil fortes almas,
Corpos de heróis a cães e abutres pasto:
Lei foi de Jove, em rixa ao discordarem
O de homens chefe e o Mirmidon divino.
Nume há que os malquistasse?
O que o Supremo


Assim começa a Ilíada de Homero. 

Helena de Tróia



O rapto de Helena, mulher de Menelau, feito por Páris, um dos filhos de Príamo, rei de Tróia, fez com que os Gregos confederados declarassem guerra e sitiassem esta cidade, que foi por eles tomada e destruída depois de um cerco de dez anos (1720 A.C.).

Paris e Helena


Vamos retornar um pouco e tratar de um episódio importante na mitologia grega chamado de "o pomo da discórdia":

Nas núpcias de Peleu e Tétis (pais do herói Aquiles), Éris, a deusa que personifica a discórdia, fora a única divindade não convidada. Para vingar-se, a divindade malfazeja lançou um pomo de ouro entre as deusas Hera, Atena e Afrodite, com a seguinte inscrição: “à mais bela”. Cada uma das deusas considerava que a maçã lhe pertencia e aferraram-se numa discussão. Para não se envolver na questão, Zeus determinou que o pastor Páris, filho de Príamo, julgaria qual das três deveria ficar com o pomo.


A escolha de Páris




As deusas, conduzidas por Hermes, apresentaram-se diante de Páris e cada uma lhe prometeu algum dom. Hera prometeu torná-lo o soberano da Europa e da Ásia. Atena prometeu torná-lo invencível nos combates, e Afrodite prometeu-lhe Helena, a mais bela de todas as mulheres. Paris, então, entregou o pomo a Afrodite. Essa escolha está na origem da Guerra de Troia, pois, para cumprir a promessa, Afrodite despertou uma paixão irresistível em Helena e esta, na ausência de seu esposo Menelau, acabou partindo com Páris para Troia. Quando Menelau retornou, convocou todos os chefes gregos a uma expedição contra Paris e os troianos.

Eris lançando o pomo



O objeto da Ilíada é um episódio do nono ano deste cerco, quando Agamêmnon, chefe do exército, ultrajou a Aquiles, o mais valente dos Gregos.

Agamêmnon, irmão de Menelau, é desafiado a fazer um enorme sacrifício :

Durante uma caçada antes da viagem, Agamêmnon matou uma corça consagrada à Ártemis, ou teria dito que nem ela o faria melhor. A deusa impediu que os ventos soprassem e a frota parou em Áulis. O adivinho Calcas revelou que Ártemis exigia o sacrifício da filha mais velha de Agamêmnon para que conseguissem embarcar.


Sacrifício de Ifigênia



O rei micênico viveu um dilema entre manter a filha viva e seu dever enquanto governante. Os intérpretes falavam a vontade dos deuses, e os interesses coletivos eram mais importantes que os individuais. O coletivo desejava o sacrifício de Ifigênia. O rei concordou com a situação após ser convencido por Menelau e Ulisses. (Já vimos essa história no Genêsis 22)






No primeiro livro da Ilíada Agamenon a escraviza como um espólio de guerra, declarando-a mais bela que sua própria esposa, e se recusa a permitir que seu pai, sacerdote de Apolo, pague um resgate por sua liberdade. Um oráculo de Apolo envia então uma praga, que atinge em cheio o exército grego, e Agamenon é forçado a devolvê-la, através de Odisseu, para interromper a maldição. Agamenon então compensa a si mesmo por sua perda apossando-se de Briseida, capturada por Aquiles - um ato que ofende este profundamente, e faz com que ele passe a se recusar a participar da Guerra de Troia.


O rapto de Briseis


Irritado, o herói retirou-se à sua tenda sem pretender mais combater. Os Troianos, notando a sua ausência, tomaram coragem, atacaram o campo dos Gregos ficando os navios destes em risco de serem queimados. Aquiles, apesar da inação a que votou-se, consentiu que Pátroclo, seu amigo, se revestisse de suas armas e guiasse suas tropas contra os Troianos. Pátroclo tendo sido morto por Heitor, o implacável filho de Peleu jurou vingar a morte de seu amigo, e combatendo de novo ornado de novas armas, que a pedido de sua mãe Vulcano havia preparado, investiu contra Heitor, e imolou-o, aos manes de Pátroclo. E depois de haver insultado os restos mortais de seu inimigo, entregou-os a Príamo, pai de Heitor que os pedira ao herói.

Aquiles desfila com o corpo de Heitor


Menelau desafia Paris para um duelo, cujo prêmio será Helena, evitando assim a guerra. Paris aceita mas não é páreo para Menelau que só não o mato por intervenção da deusa Artemis.

No Canto V, Eneias influi a Pândaro contra Diomedes. — Pândaro sente a ausência de seus corcéis e maldiz de seu arco inútil. — Sobe ao carro de Eneias para dar combate a Diomedes. — Estênelo, apercebendo-o de longe, aconselha ao filho de Tideu que fuja, mas este espera o inimigo de pé firme, mata Pândaro, e fere Eneias, que escapou à morte por causa do socorro de Vênus. — Entretanto Estênelo se apodera dos corcéis de Eneias e os confia a Deipilo. — Diomedes vai em perseguição de Vênus, fere-a na mão, e Apolo se encarrega de salvar a Eneias. — Vênus, fora dos perigos do combate, pede a Marte seus rápidos corcéis e foge para o Olimpo.


No Canto XXII acontece o esperado confronto entre Heitor e Aquiles.


Minerva encoraja a Aquiles. — A deusa disfarçada em Deifobo, induz Heitor a esperar o seu inimigo. — Heitor agradece a seu irmão ter vindo em seu socorro. — Resposta de Minerva. — Heitor promete, no caso de vencer, não profanar o corpo de Aquiles. — Este recusa fazer tratados e desafia. — Heitor evita a azagaia de seu inimigo e lança a sua que inutilizou-se contra o escudo de Aquiles. — Continuação do combate. — Aquiles triunfa. — Súplica de Heitor. — Aquiles é inflexível. — Fala dos Gregos, que vêm contemplar o cadáver de Heitor. — Insulto ao cadáver. — Dor dos Troianos. — Desespero de Príamo. — Lamentações de Hécuba. — Andrômaca ao saber da morte de seu marido.


No Canto XXIV Príamo, pai de Heitor e Paris vai reivindicar o corpo do filho para os devidos funerais.


Canto XXIV


Η αυγή μοβ: μετά, τζούνγκινγκ
Το φτερωτό άρμα, πίσω δένει τον Πρίαμο.
Roja το τρεις φορές από τον γυριστό τάφο,
Επιστρέφει στο κρεβάτι του και αφήνει το πτώμα του στη σκόνη.
Ο Φοίβος ​​του Έκτορα πονάει, κράτα τον καθαρό,
Σκεπασμένο με χρυσή αιγίδα, έτσι που σέρνεται
Τρυπημένη να μην είναι ανάξια.

Από την κακή μεταχείριση οι ευλογημένες σελίκλες Συμπαθώντας, το Αργοκτόνο επωάζει Για να αφαιρέσετε τον εκλιπόντα ήρωα divo. Η διαιτησία ευχαριστημένη, εκτός από τον Ποσειδώνα, Στην αδελφή Σατούρνια, στην παρθένα με άγρια ​​μάτια: Μισούν ο Πρίαμος και ο λαός του Με τον τραυματισμό και την ποινή του Αλέξανδρου, Που, σε αντάλλαγμα για αισχρότητα και μολυσμένη αγάπη,
Στο tugurium της, η Venus είχε δώσει το Snitch.





A aurora purpureia: então, jungindo
O alado coche, atrás liga o Priâmeo;
Roja-o três vezes do sepulcro em giro,
Torna ao leito, e no pó deixa o cadáver.
Dói-se Febo de Heitor, conserva-o puro,
De égide áurea coberto, a fim que a rastos
Lacerado não seja indignamente.




Do mau trato os celícolas ditosos
Compadecendo-se, o Argicida incubem
De subtrair o divo herói defunto.
O arbítrio aprouve, menos a Netuno,
À irmã Satúrnia, à virgem de olhos garços:
Elas a Príamo e seu povo odeiam
Pela injúria e sentença de Alexandre,
Que, em paga da lascívia e amor infesto,
Em seu tugúrio a Vênus dera o pomo.




— Apolo censura a crueldade de Aquiles. — Resposta de Juno, que lembra a origem divina de Aquiles. — Juno é convidada a ir ao Olimpo, onde Júpiter a consola por haver resolvido que o cadáver fosse entregue a Príamo. — Tétis vai ter com Aquiles e lhe comunica a vontade de Júpiter. — Preparativos feitos por Príamo para ir pedir o cadáver de seu filho. — Príamo chega ao acampamento dos Gregos. — Descrição da tenda de Aquiles. — Príamo lança-se aos pés de Aquiles, e lhe implora em nome de seu pai.






Episódios de tão triste encontro de Príamo e de Aquiles. — Aquiles promete a Príamo entregar-lhe o cadáver de Heitor e concede-lhe doze dias de tréguas para as honras fúnebres. — Saída de Príamo d’entre o exército Grego. — Cassandra apercebeu de longe o velho Príamo. — O povo vai às portas da cidade. — Funerais de Heitor. 

Heitor era o maior herói troiano, a sua força, coragem e eficiência na guerra foram enormes: nos poemas épicos de Homero, Heitor é responsável pela morte de 28 heróis gregos; nem Aquiles obtém um número tão grande (22 heróis troianos caídos a seus pés). Pela voz do Destino, os troianos estavam informados que as muralhas de Troia nunca cairiam enquanto Heitor se mantivesse vivo.


Heitor morto com Andrômaca, sua mulher





Na Ilíada, Homero chama-o de "domador de cavalos", devido a preocupações de métrica e porque, de modo geral, Troia era conhecida por ser criadora de cavalos. Na narrativa da Ilíada, no entanto, Heitor nunca é visto com cavalos. Outro epíteto que lhe é característico é "o do elmo flamejante". Heitor contrasta fortemente com Aquiles. Se por um lado Aquiles foi essencialmente um homem de guerra, Heitor lutava por Troia e por aquilo que esta representava. Alguns estudiosos têm vindo a sugerir que é Heitor, e não Aquiles, o verdadeiro herói da Ilíada. A sua repreensão a Polidamante, dizendo-lhe que lutar pela pátria era o primeiro e único presságio, tornou-se um provérbio para os patriotas gregos.


Heitor


O último episódio da Ilíada é o funeral de Heitor, depois do qual a perdição de Troia é uma questão de tempo. No saque final à Troia, como é descrito no Canto II da Eneida, o seu pai e muitos dos seus irmãos são mortos, o seu filho é atirado do cima das muralhas, por medo que este vingue a morte do seu pai, e a sua esposa é transportada por Neoptólemo para viver como escrava.

Como sabemos Troia é derrotada por um ardil de Odisseu ao construir o "Cavalo de Tróia".

Agamêmnom, deu as armas de Aquiles, morto por uma flecha de Paris no seu calcanhar,  ao Odisseu, Ajax julgando-se injustiçado investe contra o conselho dos gregos clamando por vingança mas é impedido por Palas Atena. Desesperado ele vai até os navios e se suicida.


Ajax




Fontes:
wikipedia.org
ebook.brasil.org
educere.bruc.com.br
portalsaofrancisco.com.br
recantodasletras.com.br
historiaaosavessos.blogspot.com
google.com
consciencia.org/iliada

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