quinta-feira, 12 de abril de 2018

Olá, pessoal !




História da literatura brasileira, escolas literárias do Brasil, Quinhentismo, Barroco, Arcadismo, Romantismo, Realismo, Parnasianismo, Simbolismo, Modernismo, Neorrealismo.


Quinhentismo (século XVI)



Representa a fase inicial da literatura brasileira, pois ocorreu no começo da colonização. Representante da Literatura Jesuíta ou de Catequese, destaca-se Padre José de Anchieta com seus poemas, autos, sermões cartas e hinos. O objetivo principal deste padre jesuíta, com sua produção literária, era catequizar os índios brasileiros. Nesta época, destaca-se ainda Pero Vaz de Caminha, o escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral. Através de suas cartas e seu diário, elaborou uma literatura de Informação (de viagem) sobre o Brasil. O objetivo de Caminha era informar o rei de Portugal sobre as características geográficas, vegetais e sociais da nova terra.

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                                        Pero Vaz de Caminha


Barroco (século XVII)



Essa época foi marcada pelas oposições e pelos conflitos espirituais. Esse contexto histórico acabou influenciando na produção literária, gerando o fenômeno do barroco. As obras são marcadas pela angústia e pela oposição entre o mundo material e o espiritual. Metáforas, antíteses e hipérboles são as figuras de linguagem mais usadas neste período. Podemos citar como principais representantes desta época: Bento Teixeira, autor de Prosopopeia; Gregório de Matos Guerra (Boca do Inferno), autor de várias poesias críticas e satíricas; e padre Antônio Vieira, autor de Sermão de Santo Antônio ou dos Peixes.

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Bento Teixeira

Neoclassicismo ou Arcadismo (século XVIII)



O século XVIII é marcado pela ascensão da burguesia e de seus valores. Esse fato influenciou na produção das obras desta época. Enquanto as preocupações e conflitos do barroco são deixados de lado, entra em cena o objetivismo e a razão. A linguagem complexa é trocada por uma linguagem mais fácil. Os ideais de vida no campo são retomados (fugere urbem = fuga das cidades) e a vida bucólica passa a ser valorizada, assim como a idealização da natureza e da mulher amada. As principais obras desta época são: Obra Poética de Cláudio Manoel da Costa, O Uraguai de Basílio da Gama, Cartas Chilenas e Marília de Dirceu de Tomás Antonio Gonzaga, Caramuru de Frei José de Santa Rita Durão.

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                                 Tomás Antonio Gonzaga





Romantismo (século XIX)



A modernização ocorrida no Brasil, com a chegada da família real portuguesa em 1808, e a Independência do Brasil em 1822 são dois fatos históricos que influenciaram na literatura do período. Como características principais do romantismo, podemos citar : individualismo, nacionalismo, retomada dos fatos históricos importantes, idealização da mulher, espírito criativo e sonhador, valorização da liberdade e o uso de metáforas. As principais obras românticas que podemos citar: O Guarani de José de Alencar, Suspiros Poéticos e Saudades de Gonçalves de Magalhães, Espumas Flutuantes de Castro Alves, Primeiros Cantos de Gonçalves Dias. Outros importantes escritores e poetas do período: Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Junqueira Freire e Teixeira e Souza.

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                                  Gonçalves de Magalhães


Realismo - Naturalismo (segunda metade do século XIX)



Na segunda metade do século XIX, a literatura romântica entrou em declínio, juntos com seus ideais. Os escritores e poetas realistas começam a falar da realidade social e dos principais problemas e conflitos do ser humano. Como características desta fase, podemos citar: objetivismo, linguagem popular, trama psicológica, valorização de personagens inspirados na realidade, uso de cenas cotidianas, crítica social, visão irônica da realidade. O principal representante desta fase foi Machado de Assis com as obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro e O Alienista. Podemos citar ainda como escritores realistas Aluísio de Azedo autor de O Mulato e O Cortiço e Raul Pompéia autor de O Ateneu.

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                                     Raul Pompéia


Parnasianismo (final do século XIX e início do século XX)



O parnasianismo buscou os temas clássicos, valorizando o rigor formal e a poesia descritiva. Os autores parnasianos usavam uma linguagem rebuscada, vocabulário culto, temas mitológicos e descrições detalhadas. Diziam que faziam a arte pela arte. Graças a esta postura foram chamados de criadores de uma literatura alienada, pois não retratavam os problemas sociais que ocorriam naquela época. Os principais autores parnasianos são: Olavo Bilac, Raimundo Correa, Alberto de Oliveira e Vicente de Carvalho

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                                      Vicente de Carvalho


Simbolismo (fins do século XIX)



Esta fase literária inicia-se com a publicação de Missal e Broquéis de João da Cruz e Souza. Os poetas simbolistas usavam uma linguagem abstrata e sugestiva, enchendo suas obras de misticismo e religiosidade. Valorizavam muito os mistérios da morte e dos sonhos, carregando os textos de subjetivismo. Os principais representantes do simbolismo foram: Cruz e Souza e Alphonsus de Guimaraens.


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                              Alphonsus de Guimarães

Pré-Modernismo (1902 até 1922)



Este período é marcado pela transição, pois o modernismo só começou em 1922 com a Semana de Arte Moderna. Está época é marcada pelo regionalismo, positivismo, busca dos valores tradicionais, linguagem coloquial e valorização dos problemas sociais. Os principais autores deste período são: Euclides da Cunha (autor de Os Sertões), Monteiro Lobato, Lima Barreto, autor de Triste Fim de Policarpo Quaresma e Augusto dos Anjos.

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                                         Lima Barreto


Modernismo (1922 a 1930)



Este período começa com a Semana de Arte Moderna de 1922. As principais características da literatura modernista são: nacionalismo, temas do cotidiano (urbanos), linguagem com humor, liberdade no uso de palavras e textos diretos. Principais escritores modernistas: Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Cassiano Ricardo, Alcântara Machado e Manuel Bandeira.

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                                         Oswald de Andrade


Neorrealismo (1930 a 1945)



Fase da literatura brasileira na qual os escritores retomam as críticas e as denúncias aos grandes problemas sociais do Brasil. Os assuntos místicos, religiosos e urbanos também são retomados. Destacam-se as seguintes obras: Vidas Secas de Graciliano Ramos, Fogo Morto de José Lins do Rego, O Quinze de Raquel de Queiróz e O País do Carnaval de Jorge Amado. Os principais poetas desta época são: Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade e Cecilia Meireles.

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Vinícius de Moraes

Atualmente um dos eventos literários mais importantes do Brasil é a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty).


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                                       FLIP- Paraty

                 
- É comemorado em 1º de maio o Dia da Literatura Brasileira.


Fontes:
suapesquisa.com
google.com.gr

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Literatura de Cordel

Olá, pessoal !


Hoje vamos falar de Literatura de Cordel.



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Literatura de cordel é um tipo de poema popular, oral e impressa em folhetos, geralmente expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome.


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O nome de cordel é original de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. Essa tradição se espalhou para o Nordeste do Brasil, onde o nome acabou sendo herdado, porém a tradição do barbante não se manteve.

A literatura de cordel é escrita em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, além de fazerem as leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.



                       "Chegada de Lampião no Inferno"                                    José Pacheco


A literatura de cordel começou com o romanceiro luso-holandês da Idade Contemporânea e na época do Renascimento. Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil, e na segunda metade do século XIX os folhetos já possuíam características próprias brasileiras. Os temas incluíam fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, e etc.

Originalmente os produtos raramente iam além de dois grandes fólios dobrados em quatro, sendo que muitas vezes o papel era de má qualidade. Escritas em prosa ou em verso, as obras tanto podiam ser autos e farsas, historietas para ser contadas e cantadas, mas também contos de fundo fantástico, histórico ou moralizante, originais ou estrangeiros, de autores anônimos ou de grandes nomes literários.

O Mundo é da Mulher
Que dizer de quem encanta

Somente em aparecer
Lindeza que se levanta
Aos que têm olhos de ver?
Que ser é este, irmandade,
Que inventa a felicidade
Quando se deseja e quer
Que poder que irradia
De Madalena a Maria
O mundo é da Mulher
(Merlânio Maia)



Em voga desde o século XVI ao século XVIII, foi através deste meio cultural acessível às massas populares que se divulgaram temas comuns a várias literaturas como a "História de Carlos Magno e os Doze Pares de França", por exemplo.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, em especial nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará, geralmente é vendida em mercados e feiras pelos próprios autores, mas hoje também está presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. A Academia Brasileira de Literatura de Cordel foi fundada em Setembro de 1988 no Rio de Janeiro.


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Alguns dos muitos cordelistas famosos no Brasil foram Apolônio Alves dos Santos, Firmino Teixeira do Amaral, João Ferreira de Lima, João Martins de Athayde, Leandro Gomes de Barros, Abdias Campos e Manoel Monteiro.



Sertão, argúem te cantô,

Eu sempre tenho cantado
E ainda cantando tô,
Pruquê, meu torrão amado,
Munto te prezo, te quero
E vejo qui os teus mistéro
Ninguém sabe decifrá.
A tua beleza é tanta,
Qui o poeta canta, canta,
E inda fica o qui cantá.
(Patativa do Assaré)



Fontes:
mensagens.culturamix.com
significado.com.br
youtube.com



terça-feira, 10 de abril de 2018

Olá, pessoal !


Hoje vamos falar de encontros consonantais.





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Encontro consonantal é a sequência de duas ou mais consoantes numa palavra, sem a existência de uma vogal intermediária.
Palavras com encontro consonantal
cacto;
flor;
frio;
magnético;
pedra;
planície;
psicanálise;
ritmo;
vidraça;
…
Tipos e exemplos de encontros consonantais

Existem dois tipos principais de encontros consonantais:
encontro consonantal perfeito (também chamado de próprio ou puro);
encontro consonantal imperfeito (também chamado de impróprio ou disjunto).

Alguns autores defendem ainda a existência de um terceiro tipo de encontro consonantal: o encontro consonantal misto.
Encontro consonantal perfeito

Há encontro consonantal perfeito quando, na divisão silábica, as consoantes se mantêm inseparáveis, permanecendo dentro da mesma sílaba.

É o caso das consoantes l e r juntamente com outras consoantes: dr, tr, gr, vr, cl, fl, pl, bl,… e os grupos consonantais que aparecem no início das palavras:
Brasil (Bra-sil);
claro (cla-ro);
flores (flo-res);
fritadeira (fri-ta-dei-ra);
palavra (pa-la-vra);
prateleira (pra-te-lei-ra);
psicólogo (psi-có-lo-go);
gnomo (gno-mo);
pneumático (pneu-má-ti-co);
…
Encontro consonantal imperfeito

Há encontro consonantal imperfeito quando, na divisão silábica, as consoantes se separam, ficando em sílabas diferentes:
advogado (ad-vo-ga-do);
aftas (af-tas);
almoço (al-mo-ço);
costas (cos-tas);
forte (for-te);
magnético (mag-né-ti-co);
objetivo (ob-je-ti-vo);
…
Encontro consonantal misto

Há encontro consonantal misto quando, na divisão silábica, os encontros consonantais apresentam características dos encontros consonantais perfeitos e imperfeitos:
destreza (des-tre-za);
destruição (des-tru-i-ção);
displicência (dis-pli-cên-cia);
filtração (fil-tra-ção);
…
Encontro consonantal fonético

Há encontro consonantal fonético, também chamado de dífono, quando a consoante x assume o som cs, correspondendo assim a dois fonemas consonantais:
táxi (4 letras, 5 fonemas); /t/á/c/s/i/ 5 fonemas e quatro letras
axila (5 letras, 6 fonemas); a/c/s/i/l/a 6 fonemas e 5 letras
oxigênio (8 letras, 9 fonemas); o/c/s/i/g/ê/n/i/o 9 fonemas e 8 letras
boxe (4 letras, 5 fonemas);
oxidação (8 letras, 9 fonemas);
…
Encontro consonantal ou dígrafo

No encontro consonantal, cada consoante mantém sua unidade sonora, sendo possível a distinção do som de cada consoante. Assim, cada consoante representa um fonema diferente:
blusa (5 letras, 5 fonemas);
floresta (8 letras, 8 fonemas);
atrasado (8 letras, 8 fonemas);
livro (5 letras, 5 fonemas);
…

Nos dígrafos, cada consoante perde sua unidade sonora, uma vez que a sequência de duas consoantes forma um único som. Assim, a junção das duas consoantes representa apenas um fonema:
missa (5 letras, 4 fonemas); m/i/ss/a 4 fonemas e 5 letras
torre (5 letras, 4 fonemas); t/o/rr/e 4 fonemas e 5 letras
máquina (7 letras, 6 fonemas);
canalha (7 letras, 6 fonemas);
…

Não existência de encontro consonantal

Não ocorre encontro consonantal quando as letras m e n assumem o papel de uma semivogal, produzindo um som vocálico. Não são consideradas consoantes, dado apenas prolongarem a nasalização da vogal anterior:
campo; c/am/p/o
ponto; p/on/t/o
tambor; t/am/b/o/r
limpo; l/im/p/o
lenda;l/en/d/a


Fontes:
soportugues.com.br
normaculta.com.br

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Olá, pessoal!


Hoje vamos falar de democracia.




Democracia é o regime político em que a soberania é exercida pelo povo.

A palavra democracia tem origem no grego demokratía que é composta por demos (que significa povo) e kratos (que significa poder). Neste sistema político, o poder é exercido pelo povo através do sufrágio universal.

É um regime de governo em que todas as importantes decisões políticas estão com o povo, que elegem seus representantes por meio do voto. É um regime de governo que pode existir no sistema presidencialista, onde o presidente é o maior representante do povo, ou no sistema parlamentarista, onde existe o presidente eleito pelo povo e o primeiro ministro que toma as principais decisões políticas.

Democracia é um regime de governo que pode existir também, no sistema republicano, ou no sistema monárquico, onde há a indicação do primeiro ministro que realmente governa. A democracia tem princípios que protegem a liberdade humana e baseia-se no governo da maioria, associado aos direitos individuais e das minorias.

Uma das principais funções da democracia é a proteção dos direitos humanos fundamentais, como as liberdades de expressão, de religião, a proteção legal, e as oportunidades de participação na vida política, econômica, e cultural da sociedade. Os cidadãos tem os direitos expressos, e os deveres de participar no sistema político que vai proteger seus direitos e sua liberdade.


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O conceito de democracia foi evoluindo com o passar do tempo, e a partir de 1688, em Inglaterra, a democracia era baseada na liberdade de discussão dentro do parlamento. De acordo com alguns filósofos e pensadores do século XVIII, a democracia era o direito do povo de escolher e controlar o governo de uma nação.

Em alguns países, a evolução da democracia ocorreu de forma muito rápida, como no caso de Portugal e Espanha. Apesar disso, essa rápida evolução criou uma insegurança política. Em países como Inglaterra e França, uma evolução lenta da democracia teve como consequência o desenvolvimento de estruturas políticas estáveis.

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Democracia no Brasil

A democracia no Brasil sofreu ao longo dos tempos vários ataques e foi instituída ou fortalecida em diversas ocasiões. Existiram duas forças de democratização, uma em 45 e outra em 85.

A ditadura militar foi uma das maiores afrontas à democracia, e a consciência democrática foi um forte elemento de oposição à ditadura.

Social democracia

Social democracia é a designação de partidos e correntes políticas com tendências marxistas e que surgiram antes da I Guerra Mundial. Este tipo de ideologia política tem como fundamento o marxismo e princípios como igualdade e justiça social, solidariedade e liberdade.

A social democracia propunha uma mudança da sociedade capitalista, através de métodos graduais e nunca revolucionários, de acordo com normas do sistema parlamentar e democrático.

Democracia Ateniense

A Grécia Antiga foi o berço da democracia, onde principalmente em Atenas o governo era exercido por todos os homens livres. Naquela época, os indivíduos eram eleitos ou eram feitos sorteios para os diferentes cargos. Na democracia ateniense, existiam assembleias populares, onde eram apresentadas propostas, sendo que os cidadãos livres podiam votar.


Democracia racial

A democracia racial está diretamente relacionada com a problemática do racismo e discriminação, e sugere que o Brasil conseguiu lidar e resolver esses problemas de uma forma que outros países (como os Estados Unidos) não conseguiram. A democracia racial aborda as relações entre diferentes raças e etnias no Brasil.

Democracia direta e representativa

A democracia pode ser direta ou democracia pura, quando o povo expressa sua vontade por meio do voto direto. Democracia Representativa ou indireta o povo exprime sua vontade elegendo representantes que tomam as decisões em nome deles.


Às vezes a democracia é criticada, por ser uma maneira mais lenta de tomada de decisões, mas inegavelmente é melhor que quaisquer formas de ditaduras, onde nenhuma decisão é tomada com a participação popular.


Winston Churchil, primeiro ministro da Inglaterra disse uma vez:

"A democracia é a pior forma de governo que existe, excetuando-se todas as outras experimentadas."


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Winston Churchil


Fontes:
significados.com.br
google.com

Vamos falar hoje de objeto direto e objeto indireto. O objeto direto e o indireto são termos integrantes da oração que completam o se...