quinta-feira, 26 de julho de 2018

Olá, pessoal !


Hoje vamos falar de um grande ídolo do rock que faz 75 anos, Mick Jagger





Vocalista, compositor, letrista, em 2016, pai do oitavo filho e líder dos Rolling Stones, banda que possui mais de 240 milhões de discos vendidos em cinco décadas de carreira.

Filho mais velho de um professor e de uma dona de casa, Jagger nasceu no dia 26 de julho de 1943 na pequena cidade de Dartford, Kent, no sudeste da Inglaterra, com o nome Michael Phillip Jagger. Aluno exemplar na infância e adolescência, ele sempre conquistou o carinho das pessoas por onde passou por seu carisma e estilo solto e bem humorado de ser.

Aos 14 anos, ganhou seu primeiro violão e logo passou a colecionar discos de blues de nomes como Muddy Waters e Howlin´ Wolf. Empolgado com as possibilidades na música, se juntou ao amigo Dick Taylor, que tocava baixo, para montar sua primeira banda, chamada Boy Blue and the Blue Boys, na qual assumiu o posto de vocalista.

Indo de encontro a toda a rebeldia que em breve levaria ao mundo ao lado dos Stones, Jagger entrou na London School of Economics para estudar Contabilidade e Finanças, em 1960. No entanto, enquanto prestava bacharelado também investia na carreira musical - e, quando precisou escolher um caminho a seguir, não teve dúvida e largou o curso. Logo trouxe para seu lado o guitarrista Keith Richards, que conhecera em sua cidade natal, e os dois passaram a explorar a cena ainda emergente do blues na capital britânica. Em uma casa noturna, conheceram o também guitarrista Brian Jones. 

O embrião para os Stones estava liberado. Jones queria montar sua própria banda; Jagger e Richards tinham a mesma pegada. Em 1963, Taylor abandonou o projeto, sendo substituído por Bill Wyman, e Charlie Watts se juntou ao grupo de jovens músicos ocupando o posto de baterista. Com o direcionamento do empresário Andrew Loog Oldham, eles passaram a ser chamados de "os roqueiros durões e selvagens do Reino Unido", fazendo, assim, oposição aos considerados bons meninos dos Beatles. 

Foi esse estilo, destacado pelo sex appeal de Jagger, que levou o grupo a seu primeiro contrato com uma gravadora, com a Decca Records. Apesar do início mais voltado para covers e versões, com poucas composições próprias nos primeiros discos, Jagger e Richards logo provaram ser uma qualificada dupla de autores e a partir de 1965 passaram a monopolizar os créditos nos discos do grupo, com hits como '(I can´t get no satisfaction)', 'Stupid Girl' e 'Sympathy for the Devil'.

Além de rock, a banda cantou também lindas baladas como "Angie".




Sua música mais famosa é "I can´t get no satisfaction"



Outra linda música é Lady Jane.



Feliz aniversário, Mick Jagger.


Fontes:
wikipedia.org
youtube.com

Vamos falar hoje da escritora francesa, George Sand pseudonônimo de  Amandine Aurore Lucile Dupin.

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George Sand nasceu no n°15 da rua Meslay, no dia 1 de Julho de 1804, filha de Maurice e Sophie Dupin. Seu pai faleceu quando ela era ainda criança, após uma queda de cavalo, quando acompanhava o príncipe Murat em campanhas armadas. Amandine é então mandada para Nohant, aos cuidados de sua avó, Marie-Aurore de Saxe. 

Durante sua infância, ao lado de sua avó, Amandine passava os dias brincando e descobrindo cada canto da propriedade de Nohant com seu meio-irmão Hippolyte Chatiron(filho do seu pai com uma amante da região), companheiro e parceiro em todas as suas aventuras e travessuras. Os dois estudavam em casa com um preceptor, quando não desapareciam nas profundezas da região. Sua avó preocupada com a educação e o comportamento de sua neta, a matriculou no Couvent des Anglaises em Paris e enviou Hippolyte para uma grande escola de cavalaria de uma cidade vizinha. Acontece que a menina se apaixonou pela vida silenciosa e introspectiva que levava dentro das paredes de pedra do convento e desejou ser freira. Lá, se interessou também por música e teatro e para alegrar suas amigas, decidiu criar pequenas peças de teatro e montar um grupo de meninas para representá-las. As peças eram um sucesso, e Amandine gostava cada vez mais da vida no convento. Sua avó sabendo disso, levou a neta de volta a Nohant. De volta ao convívio com Aurore de Saxe, ela começou a compreender e amar cada vez mais a sua avó e quando esta morreu, pouco tempo depois, Amandine sofreu de maneira inconsolável. Para que herdasse Nohant seria preciso que se casasse, assim, pouco tempo depois, ela se casou com François-Casimir Dudevant, em 1822. Desse casamento nasceram dois filhos - Maurice e Solange. Essa união, devido a infidelidades e alcoolismo de Casimir, desencadeou incontáveis problemas, culminando com o divórcio - fato incomum para a época - em 1836. George começou a escrever para o jornal Le Figaro, com a colaboração de Jules Sandeau. Usavam, então, o pseudônimo de Jules Sand – inspirado no nome de Sandeau. Em 1831, lançaram o livro Rose et Blanche. Passou a usar o pseudônimo de George Sand em 1832, quando escreveu, sozinha (obrigada a usar um pseudônimo masculino, para ser aceita no meio literário), o romance Indiana, seu primeiro livro, seu primeiro sucesso. De 1832 a 1837, escreveu muitos outros romances, que invariavelmente eram publicados, primeiramente, como folhetins no jornal. Esses romances refletiam seus próprios desejos e frustrações, advogando o direito da mulher de ter um amor sincero e dirigir sua própria vida. Além de seus comentados relacionamentos, Sand também tinha outros hábitos incomuns para sua época. Vestia-se com roupas masculinas por diversão ou praticidade e comodidade (como dizia). Também tinha o costume de fumar em público num tempo em que isso era inaceitável para uma mulher. Comentava-se, ainda, sobre a grande quantidade de obras que produzia como sendo uma característica pouco feminina. George Sand teve uma vida amorosa agitada, com paixões que a influenciaram consideravelmente, como o escritor Jules Sandeau, que lhe deu o pseudônimo literário, o poeta Alfred de Musset, o advogado Michel de Bourges (entre 1835 e 1837), que a converteu aos ideais republicanos e socialistas, o músico Frédéric Chopin, a quem esteve ligada entre 1838 e 1847 e seu ultimo amante Alexandre Manceau, gravador e dramaturgo. Depois de Jules Sandeau e antes de Alfred de Musset, teve também uma breve aventura com o escritor e arqueólogo Prosper Mérimée. De 1838 a 1845, Sand expressou suas preocupações com os problemas sociais em romances como Consuelo (1842-1843) e O Companheiro da Viagem pela França (Le Compagnon du Tour de France, 1840). Sonhava com um mundo em que o amor fraterno unisse as classes sociais. Teve participação ativa na revolução de 1848. De 1846 a 1853, escreveu romances leves, idealizando a vida nas províncias francesas. Estes incluem Francisco, o Bastardo(François le Champi, 1847-1848), A Pequena Fada (La Petite Fadette, 1849)O Charco do Diabo (La Mare au Diable, 1846), Mauprat, 1837, entre tantos outros de igual sucesso. Finalmente, de 1854 a 1876, escreveu contos simples, à maneira das histórias de fadas. Desse período destaca-se Contos de uma Avó (Contes d'une Grand-Mère, 1873), com histórias que ela escreveu para seus netos. Os personagens de George Sand e suas histórias são invariavelmente repletos de ingenuidade, poesia e otimismo. Como dizia a escritora: “O romance não precisa ser necessariamente a representação da realidade”. Ela faz parte também dos escritores políticos, contando em sua obra mais de 70 títulos, entre novelas, contos, peças de teatro e textos políticos. Suas memórias constituem suas obras de maior interesse, especialmente A História de Minha Vida (Histoire de Ma Vie, 1854-1855) eEla e Ele (Elle et Lui, 1859), referência à sua ligação com Alfred de Musset.


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George Sand faleceu no dia 8 de Junho de 1876, em Nohant, na França. Alguns dos seus romances se transformariam em filmes e séries de tv, como:Mauprat (1926), Mauprat (1972), Les Beaux Messieurs des Bois Dorées(1976), La Petite Fadette (2004), La Mare au Diable (1972), Les Enfants du Siècle (1999), entre outros.


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Seus romances continuam a serem versionados para o teatro e realizados muitos filmes e livros sobre sua vida, assim como grupos de estudo sobre ela, seu tempo e sua obra. Considerada a maior escritora francesa e a primeira mulher a viver de direitos literários, sua propriedade em Nohant foi doada ao governo francês, por sua netaAurore e está aberta a visitação publica - Maison de George Sand. Seus restos mortais e de quase toda a sua família está no pequeno cemitério ao lado de sua casa em Nohant. Na ocasião de sua morte Victor Hugoescreveu; Je pleure une morte, et je salue une immortelle. - "Eu choro uma morta e saúdo uma imortal".


Fontes:
wikipedia.org
google.com.br
biografiaecuriosidade.blogspot.com


quarta-feira, 25 de julho de 2018


Hoje vamos falar de Advérbio.
Os  advérbios são palavras que modificam um verbo, um adjetivo ou outro advérbio. São flexionados em grau (comparativo e superlativo) e divididos em: advérbios de modo, intensidade, lugar, tempo, negação, afirmação, dúvida.
Classificação dos Advérbios

De acordo com a circunstância que os advérbios exprimem nas frases, eles podem ser:
Advérbio de Modo:
Bem, mal, assim, adrede, melhor, pior, depressa, devagar, acinte, debalde e grande parte das palavrasque terminam em "-mente": cuidadosamente, calmamente, tristemente, dentre outros.
Exemplos:
Fui bem na prova.
Estava andando depressa por causa da chuva.

Advérbio de Intensidade:

Muito, demais, pouco, tão, quão, demasiado, bastante, imenso, demais, mais, menos, quanto, quase, tanto, assaz, tudo, nada, todo.

Exemplos:
Comeu demasiado naquele almoço.
Ela gosta bastante dele.

Advérbio de Lugar:
Aí, aqui, acolá, cá, lá, ali, adiante, abaixo, embaixo, acima, adentro, dentro, afora, fora, defronte, atrás, detrás , atrás, além, aquém, antes, algures, nenhures, alhures, aonde, longe, perto.

Exemplos:
Minha casa é ali.
O livro está embaixo da mesa.

Advérbio de Tempo:
Hoje, já, afinal, logo, agora, amanhã, amiúde, antes, ontem, tarde, breve, cedo, depois, enfim, entrementes, ainda, jamais, nunca, sempre, doravante, outrora, primeiramente, imediatamente, antigamente, provisoriamente, sucessivamente, constantemente.

Exemplos:
Ontem estivemos numa reunião de trabalho.
Sempre estamos juntos.
Advérbio de Negação:
Não, nem, tampouco, nunca, jamais.

Exemplos:
Jamais reatarei meu namoro com ele.
Não saiu de casa naquela tarde.

Advérbio de Afirmação:
Sim, deveras, indubitavelmente, decididamente, certamente, realmente, d
ecerto, certo, efetivamente.

Fonte:
todamateria.com.br
O mito de Medusa na mitologia grega, uma história com significado machista, onde a mulher que foi aviltada pela violência do estupro é acusada pelo mal que sofreu.


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O mito de Medusa, segundo os gregos é o mito mais cruel e maldoso. Ele se passa em Atena, uma das  cidades mais importante da Grécia antiga e atual, Medusa no mito, era uma mulher de tamanha beleza que até deuses a desejavam, mas Medusa por escolher ser sacerdotisa da deusa Atena, tinha que cumprir seu voto de castidade eterno; então nenhum homem ou deus não podia possui-lá.

Mas houve um deus que não respeitou o voto de Medusa; Poseidon, tomado pelo desejo de ter a beleza de Medusa para si ele a violentou  dentro do templo de Atena impedindo-a assim de cumprir o  seu voto de castidade. A fúria da deusa Atena foi imensa, não pelo ato violento de Poseidon mas pelo local onde esse fato ocorreu. Atena era a deusa da guerra e da sabedoria em batalha .Era uma imagem de força e bravura para os gregos era um homem com a imagem de uma mulher. 

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Acreditava-se nisso pois , quando Poseidon violentou Medusa no templo de Atena a deusa foi ofendida, mas para Atena não foi Poseidon que lhe ofendeu, Atena castigou Medusa.Na primeira parte do castigo de Medusa, Atena roubou-lhe sua beleza, e sua juventude. Medusa já não era bela, sua pele ressecada e cheia de rachaduras e seu corpo murchando .

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Medusa era a mulher mais feia da Grécia. Mas não acaba aqui seus cabelos lisos e macios se transformavam em cobras, então chegou a pior parte do castigo Medusa seria isolada da sociedade, não poderia se relacionar com ninguém, pois, aquele (a) que olhar nos olhos de Medusa se transformaria em pedra.


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A transformação de Medusa estava quase completa, Medusa se transformara em uma górgona, um mostro de estrutura parecida com a de uma cobra, que segundo os gregos era a imagem da morte.Medusa foi mandada por Atena para uma ilha longe de tudo e de todos, mas muitos guerreiros queriam enfrentar Medusa para conseguir o que eles chamavam de a arma mais poderosa do mundo, a cabeça de medusa, mas o jardim de estátuas de medusa foi crescendo com cada guerreiro que tentava conquistar a sua cabeça, proeza que só um guerreiro conseguiu Perseu.


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O significado do mito, mostra a ira e a maldade dos deuses, que inconformados com a beleza da mortal, impuseram-lhe uma maldição na qual não poderia se aproximar de ninguém sem transforma-lo em pedra. Além disso a culparam por ser violentada, como se fosse culpada por sua beleza, e por essa beleza atrair o desejo dos homens.

Hoje em dia, muitas mulheres deixam de registrar casos de abusos sexual com medo de serem rotuladas. Muitas vezes lhes impingem culpa por suas vestimentas e por suas atitudes, ou mesmo pela beleza.


Fontes:
mitologiagrega14.blogspot.com
asociologiaemao.blogspot.com
colegioweb.com.br/curiosidades
google.com.br

terça-feira, 24 de julho de 2018

O Enem 2018 será realizado nos dias 4 e 11 de novembro de 2018.
Baseado em experiências de anos anteriores listamos os principais autores e oras mais pedidas nos exames:


1) MACHADO DE ASSIS

Considerado o maior nome da literatura nacional, Machado de Assis foi um escritor do realismo e romantismo. Suas obras são clássicos da literatura brasileira, dentre elas: Memórias Póstumas de Brás Cuba e Dom Casmurro.

Os dois livros você encontra o resumo e análise nesse blog.


2) JOSÉ DE ALENCAR

Escritor romancista que buscou mostrar o Brasil de forma romântica e idealizada para os próprios brasileiros. A variedade linguística de suas obras fazem parte da nossa cultura popular, da nossa fauna e flora. Suas principais obras são: Iracema, o Guarani e Senhora.

Os três livros você também encontra nesse blog.


CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

O mais importante e mais influente poeta do Século XX, a literatura de Carlos Drummond de Andrade é queridinha do Enem. As temáticas existências humana , o nacionalismo crítico da suas obras e estruturas do seu poemas são destaques nas questões do exame.

Enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.


4) CLARICE LISPECTOR

A literatura de Clarice Lispector não é unanimidade somente nas redes sociais, mas também nos principais processos seletivos. Autora modernista, sua escrita é singular, sofisticada e profunda, e por isso, exigem que o aluno tenha grande capacidade de compreensão dos textos. Suas principais obras são: A Hora da Estrela, Felicidade Clandestina e Laços de Família.

A Hora da estrela e Laços de família já foram analisados em nosso blog.


05) OSWALD DE ANDRADE

Ousado, polêmico e radical, Oswald de Andrade foi o principal escritor da primeira-fase modernista. As questões do Enem que evolvem esse autor estão relacionadas com a inovações de suas obras em comparação com os demais estilos literários. Principais obras: Manifesto Antropofágico e Pau-Brasil.

Memórias sentimentais de João Miramar e o Rei da Vela já foram tratadas nesse blog. Uma obra possível de ser abordada é "Rei da Vela" que esse ano completa 50 anos da primeira apresentação.


06) GUIMARÃES ROSA

Médico, autor e escritor modernista, Guimarães Rosa é considerado um dos maiores autores brasileiros de todos os tempos. Sua literatura é marcada por retratar a sofrida vida no sertão brasileiro e suas inovações de linguagens. Principal Obra: Grandes Sertão Veredas.

Nesse blog você encontra o resumo e análise de "Grande Sertão Veredas" e "Sagarana".


07) GRACILIANO RAMOS

Autor de “Vidas Secas”, Graciliano Ramos é um dos principais nomes da segunda geração modernista. Sua literatura se preocupava com o povo marginalizado pela seca, pelo sistema social, econômico e político vigente.

Você também encontra a análise de Vidas Secas no blog.


8) CECÍLIA MEIRELES

Assim como Graciliano Ramos e Guimarães Rosa, Cecília Meireles também faz parte dos grandes nomes de escritores romancistas neo-regionalistas do modernismo. Autora de “Romanceiro da Inconfidência’, obra que reflete a história do povo brasileiro.

Sua formação como professora e interesse pela educação levou-a a fundar a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro no ano de 1934. Escreveu várias obras na área de literatura infantil como, por exemplo, “O cavalinho branco”, “Colar de Carolina”, “Sonhos de menina”, “O menino azul”, entre outros. Estes poemas infantis são marcados pela musicalidade (uma das principais características de sua poesia).


09) LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO

Escritor contemporâneo, as crônicas de Veríssimo já foram base para diversas questões do Enem nos últimos exames. Sua literatura irônica está agajada com temas atuais da sociedade, como política e exclusão social.

Suas principais obras são : Ed Mort, Velhinha de Taubaté, e o Analista de Bagé.



A Velhinha de Taubaté é um personagem de humor brasileiro criado pelo escritor e cronista Luís Fernando Veríssimo, durante o governo do general João Baptista Figueiredo(1979-1985).

Famosa por ser "a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo", como definido pelo próprio autor, Veríssimo contava que, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, sempre se pensava antecipadamente em como a velhinha iria responder.

Uma possibilidade para a cidade da personagem ser a de Taubaté é para formar a sigla VT (TV ao contrário).

Em 25 de agosto de 2005, em tempos de crise do "mensalão", a velhinha teve o seu falecimento anunciado pelo seu criador, na crônica intitulada Velhinha de Taubaté (1915-2005). Ela teria morrido em frente à TV, decepcionada com o quadro político brasileiro, em especial com o seu ídolo, Antonio Palocci: Ela morreu na frente da televisão, talvez com o choque de alguma notícia. Mas a polícia mandou os restos do chá que a Velhinha estava tomando com bolinhos de polvilho para exame de laboratório. Pode ter sido suicídio.


10) MANOEL DE BARROS

Pertencente a geração de escritores pós-45 ou pós-modernistas, Manoel de Barros é considerado um dos maiores poetas do século XX. Suas obras possuem um universo próprio e linguagem profunda, o que exige atenção para sua interpretação.

Ele foi um poeta do Pós Modernismo Brasileiro, sua principal obra é "Livro sobre Nada"

Um lápis na península 

“O que eu mais gostaria de fazer é um livro sobre nada”, escreveu Gustave Flaubert (escritor francês, autor de Madama Bovary) a uma amiga em 1852. Mais de um século depois, o desejo de um escritor transforma-se em mote de outro, embora o que Flaubert pretendesse fosse distinto daquilo que Manoel de Barros propõe. O que o poeta procura?

Composto de quatro partes (“Arte de infantilizar formigas”, “Desejar ser”, “O livro sobre nada” e “Os Outros: o melhor de mim sou Eles”) e antecipado por um “Pretexto” explicativo, o livro de Manoel começa oferecendo ao leitor as coordenadas de sua poesia, embora de modo cifrado: “De tudo haveria de ficar para nós um sentimento/ longínquo de coisa esquecida na terra —/ Como um lápis numa península”.


Fontes:
wikipedia.org
companhiadasletras.com.br
revistabula.com

Vamos falar hoje de objeto direto e objeto indireto. O objeto direto e o indireto são termos integrantes da oração que completam o se...